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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Tudo o Que Fazemos Recebemos de Volta

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Imagem daqui.

Pela segunda vez, trouxeste-me problemas.

Pela segunda vez, tentaste fazer amizade comigo e dessa vez, cedi. Cedi, porque confiei embora não fosse em ti. Cedi, porque não tinha certeza se eras a mesma pessoa que no início me trouxera problemas. Dei-te o benefício da dúvida, mas confiei não em ti e sim em quem é confiável. Em quem é leal.

Porém, do teu cinismo não me apercebi. Dificilmente e infelizmente, uma inimizade não se tornaria amizade. E porquê?

Porque a tua língua viperina, iria novamente envenenar o local e aqueles que ao meu lado estavam, aqueles que me amparavam. És uma víbora, um ser desprezível, uma infeliz. Uma pessoa invejosa que rasteja semeando a discórdia por onde passa.

Tu não mudaste, voltaste a fazer-me mal.

Fica ciente de uma coisa, o que semeamos colhemos para nós. A Lei do Retorno existe e brevemente, irromperá na tua vida e aí terás de prestar contas. Tudo o que fazemos recebemos em dobro. Sempre que prejudicamos alguém, acabamos por pagar a factura. Ninguém escapa a Lei do Retorno, a Lei de Causa e Efeito, ao Karma. Chama-lhe como quiseres. Portanto, prepara-te pois é chegado o momento.

Saturno chegou e a tua vida dará uma volta de 180º!

Uma nota de atenção, eu não te odeio e se fiquei encolerizada por saber que me prejudicaste intencionalmente?

Sim, fiquei. Não vou mentir, assumo a minha responsabilidade, os meus erros. Este foi um ensinamento que aprendi na minha educação.

Mas toma nota disto, nunca esperes receber bem, quando semeias o mal.

Sei quem tu és, víbora. Já sei de tudo!

Cris Henriques

sábado, 25 de agosto de 2012

O Passado


Imagem aqui.

Quando uma pessoa se começa a interessar em desenvolver a sua espiritualidade, uma das primeiras coisas pela qual ela começa a sentir-se atraída e pela qual sente curiosidade em descobrir, é as suas vidas passadas. Saber quem foi, em que época esteve, em que país viveu, etc. Muitos acreditam terem sido nobres, pessoas importantes e influentes, com grande status social, outros acreditam terem nascido em corpos de personalidades históricas que ainda hoje em pleno século XXI são admirados e conhecidos pelo grande público em geral.

No entanto, ninguém pensa que possa ter sido um assassino, um mercenário, um inquisidor fanático e cruel, uma feiticeira adoradora do demónio, ou mesmo uma pessoa mais humilde como um escravo vindo de outro pais, um pedinte, uma prostituta da babilónia, etc. Mas todos nós já passámos por tudo isto e se ainda não passámos, então certamente, iremos passar por isso em algumas vidas futuras. É meramente uma questão de tempo.

Fazer regressões tanto pode ser uma experiência muito positiva, quanto negativa. Na verdade, ninguém sabe o que vai encontrar no baú do seu passado, pelo que esta prática que pode parecer uma coisa tão simples pode não ter um final feliz... Existem experiências que por terem sido tão traumáticas, o nosso consciente não quer relembrar e que depois de serem recordadas e intensamente vividas, podem deixar-nos profundamente perturbadas(os) durante muito tempo, ou em alguns casos mais graves o resto das nossas vidas, sendo necessário recorrer a uma forma de ajuda especializada.

Imagine por exemplo que é feliz a nível sentimental e que tem o relacionamento que sempre idealizou ter, o relacionamento perfeito. Essa pessoa é carinhosa consigo e de cada vez que a vê, é invadida por um maravilhoso sentimento de amor. Sente inclusivamente que são almas gémeas e nem pensa em ter outras pessoas, porque este ser preenche-a inteiramente.

Agora suponha que faz uma regressão para satisfazer a sua curiosidade e os momentos que vê, não são exactamente como tinha imaginado, pois esses momentos que consegue ver são de extrema violência, um verdadeiro cenário de terror! Afinal o grande amor da sua vida actual, é um criminoso sem escrúpulos e sanguinário que mata só pelo seu próprio prazer de matar e que na cena que vê, ele está a matar barbaramente, o vosso filho desta actual vida.

Como se sentiria?

E noutra regressão, você e ele são pai e filha, mas você é o pai que abusa sexualmente da filha, que é ele na sua vida actual. As revelações que teve foram de tal forma violentas que você decide pôr termo à regressão e sai do consultório o mais rapidamente possível, pois tudo o que quer é sair dali, não voltar lá mais e esquecer tudo o que viu.

No entanto, não consegue deixar de pensar no que vivenciou ao fazer a regressão e sempre que ele olha para si, lembra-se de tudo. De noite tem pesadelos e dentro de si, começam a surgir sentimentos diferentes do que sentia anteriormente. Por um lado sente raiva, ódio e revolta por ele ter morto o seu filho de uma forma horrível, que agora é vosso. Por outro lado, sente culpa por ter cometido abuso sexual de forma continuada naquela vida passada em que fora seu pai e assim o seu comportamento, vai alterando e as discussões tornam-se constantes entre vocês, até que acabam por se divorciar pondo fim a um amor que poderia ter trazido felicidade a ambos o resto da vossa vida...

Numa situação destas, vale a pena conhecer as suas vidas passadas?

Claro que a situação que descrevi aqui, é meramente ficção mas, contudo, não é impossível de acontecer.

Fazer regressões é uma coisa que requer muita responsabilidade e não deve ser realizada apenas por curiosidade, pois nunca se sabe o que podemos descobrir acerca de nós e das pessoas com quem nos relacionamos.

Deve-se fazer regressões com alguém por perto, como por exemplo, com um terapeuta que saiba conduzir a regressão e nos possa ajudar a recuperar, na eventualidade das pessoas ficarem perturbadas.

Já se questionou porque é que quando reencarnamos nunca nos lembramos das vidas anteriores?

Claro que há casos de pessoas que se recordam, mas isso são casos excepcionais, ou em situações temporárias. As crianças servem para este exemplo, porque elas recordam-se da sua vida anterior e também das pessoas que lhes são próximas, lembrando-se dos seus familiares, sobretudo dos seus pais e irmãos. Esta lembrança perdura aproximadamente até 3 anos de idade. Experimente perguntar ao seu filho de tenra idade quem ele era quando era grande e verá a resposta que ele lhe dará. Também lhe pode perguntar o que é que vocês eram um ao outro e ele responderá muito naturalmente.

Não nos lembramos quando somos adultos porque se nos lembrássemos, teríamos mais dificuldade para limpar o nosso karma, principalmente em relação aos nossos relacionamentos. O tempo que ficamos do outro lado antes de reencarnarmos novamente, serve para esquecermos e para nos reequilibrarmos. Ao ficarmos privadas(os) dessas lembranças, ficamos com maior capacidade para perdoar. Perdoar tem a ver com esquecer, se não perdoamos também não conseguimos esquecer.

Quando reencarnamos após uma vida de grande violência e sofrimento, precisamos esquecer porque geralmente, vamo-nos relacionar com o nosso agressor, ou com a nossa vítimas e essa pessoa na vida presente pode ser uma pessoa boa para connosco agora, ou nós para com ela. Desta forma resgatamos o karma que temos com ela. Mas se tivéssemos consciência do passado, o perdão e o karma seriam muito difíceis de serem realizados.

Existem também as regressões espontâneas, estas acontecem de várias formas, como através de sonhos ou através da meditação com visualização criativa. Isto quando sucede é porque realmente existe algo numa vida do passado que precisamos de saber, portanto, este tipo de regressão é considerada positiva. Destas, já fiz algumas vezes e não foram propriamente experiências negativas, antes pelo contrário. Ajudaram-me muito.

Alguns psiquiatras Hipnoterapeutas, já usam a regressão para tratar certos problemas de saúde, tais como as fobias. Um exemplo disso é o Dr. Brian L. Weiss Ph. e MD nos Estados Unidos da América e é também autor de diversos livros que divulgam a sua inovadora terapia de regressão a vidas passadas como método de cura.

Acredito que este tratamento seja eficaz e aprovo que se façam regressões com esta finalidade. Portanto, tenham presente na vossa mente que regressões não se deve fazer para conhecer o passado por curiosidade.

Cris Henriques

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O Futuro


Imagem daqui.

Recentemente, tive consciência do significado da frase: “O futuro só a Deus pertence”. Nunca tinha pensado bem no significado desta frase, até há bem pouco tempo, dias até… Mas voltemos um pouco atrás nas esferas do tempo para entenderem o porquê desta reflexão acerca da frase: “O futuro só a Deus pertence”.

Tudo começou basicamente quando me apaixonei e me decidi a lutar pela pessoa que amava, estava determinada a conquistá-la e para tal quis conhecê-la profundamente, compreendê-la, ser o abraço que a tranquilizava e lhe dava segurança, ser o lenço que lhe limpava as lágrimas dos seus olhos, enfim… Então, comecei a estudá-la através da Astrologia. O amor tem destas coisas, faz-nos cometer actos um pouco fantasistas e ver quem amamos com óculos de lentes cor-de-rosa. Podia dar-me para pior, não?

Porém, não consegui “levar a água ao meu moinho”, isto é, atingir os meus objetivos da maneira que eu queria, pelo que não consegui conquistar o seu coração afetivamente. Foi um bocado difícil aceitar que esta batalha não ia vencer e nem mesmo havia esperança de ganhar a guerra. Mas é assim vida, não tinha outra alternativa e aceitei a perda. Hoje compreendo que não estávamos destinadas uma para a outra e somos apenas boas amigas.

Esta experiência do primeiro amor foi muito gratificante, apesar de ter sido doloroso no momento do esquecimento, porém abriu-me portas e janelas que estavam fechadas há muito, mas que eu precisava abrir e aventurar-me num mundo novo: a espiritualidade e, a astrologia foram as chaves para começar uma nova vida. Levei esta ciência tão a sério que fiz um curso e mais tarde optei por exercer esta atividade profissional.

A Astrologia permite-me realizar um profundo trabalho de autoconhecimento, pois ao conhecer a minha alma e ao compreendê-la, tenho mais capacidade para conhecer, compreender e aceitar as pessoas que me rodeiam tal como elas são, com todas as suas exactas características tão marcantes. Na Astrologia não se emprega expressões tais como: é bom, é mau, tem muitas qualidades, ou é cheio de defeitos… Aprendemos que cada um de nós é um ser em constante estado de evolução espiritual. Aprendemos a olhar a pessoa como um Todo, pois é do Todo que provimos. Afinal, Somos Todos Um.

A Astrologia é talvez uma das ciências esotéricas, que melhor podem contribuir para o desenvolvimento da espiritualidade tanto a nível pessoal, como nas relações com as pessoas que nos rodeiam. Estudos de Grandes Escolas de Pensamento, revelam que a Astrologia, ajuda a amenizar o karma através do estudo do Mapa Astral de cada um. Pode ser uma ideia deveras utópica, mas seria muito bom que nas escolas incluíssem a Astrologia como disciplina de ciência esotérica, por exemplo. Ilustres Pensadores desejaram realizar este projeto, no entanto a dominante Religião Católica, ainda hoje não vê a Astrologia como uma ciência benéfica e portanto, este projecto tem sido sempre rejeitado e ignorado.

Estes procjetos materializar-se-ão no dia em que deixar de haver religiões, ideias dogmáticas e preconcebidas, pois é através deste tipo de ideias que nascem os preconceitos e a hipocrisia. Como será bom quando a Astrologia for uma disciplina escolar, as pessoas tornar-se-ão mais tolerantes, conscienciosas e compreensivas para com os outros, até para consigo mesmas e deixaram de ser tão egoicas. O ego é o responsável por tanta infelicidade e pelo atraso na evolução espiritual. Com a Astrologia, podemos fazer o que Jesus disse: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”, - Mateus 22, 35-38. Percebi isto recentemente ao ler um livro de uma Grande Escola de Pensadores e, depois de reflectir acerca do assunto concluo que está absolutamente correto. Estudar Astrologia é o método para seguir este mandamento.

Contudo, o estudo da Astrologia a que me estou a referir não inclui as previsões para o futuro, como inúmeros curiosos desejam conhecer. Os prognósticos revelados pelas previsões, são muitas vezes tendências e isto não quer dizer que as coisas aconteçam, ou não aconteçam. Faço previsões, sim, mas com uma certa relutância, embora sejam para os clientes. Para mim, não as faço. Não me sinto bem com isso, nem gosto.

Em momentos de crise e em fervoroso tumulto tenho consultado os astros, ou o Tarot para tentar compreender o que me estava a acontecer e recorria também à prática da meditação com visualização criativa, pedindo para ver as respostas de forma a tranquilizar o meu espírito. No entanto, nestes momentos não consigo ver nada com clareza para mim. A perturbação é grande e o medo imenso, o que me confunde inteiramente. Oro pedindo por sinais que não me deixem qualquer tipo de dúvida e sejam muito claros, porém, os sinais só aparecem quando Deus quer e não quando eu determino. É sempre assim. Só depois de ter feito muita meditação e de ter voltado a estes estudos é que me reequilibro, ficando desbloqueada e portanto, consigo ver os sinais que Lhe pedi. Às vezes vejo que já os tinha visto, mas como estava tão absorvida pelo momento de desespero não liguei por acreditar ser ilusão.

No final, quando compreendo o porquê das coisas estarem a acontecerem desta maneira, fico mais tranquila e aguardo pelos dias bons que hão-de voltar. Nada na vida é eterno e isto inclui também as tristezas e as desilusões. O importante é manter a esperança e a Fé.

Há medida que os meus estudos astrológicos vão avançando, adquiro mais consciência em relação à espiritualidade e entendo que um astrólogo é sempre um estudante em ascensão. Os momentos de crise, seja em que área for, servem para nos amadurecer e nos ajudar a evoluir espiritualmente. Pouco importa que gostemos, ou não, porque é quando passamos por momentos difíceis que procuramos respostas e procuramos por ajuda neste âmbito, é quando nos voltamos para Deus. Só Ele sabe o que é bom para seus filhos. É por isso que a nossa busca espiritual, não deve ser para conhecer o futuro porque este de facto, só Deus o conhece. Através dos meus estudos creio que já consegui compreender, porque não devemos conhecer o futuro. Vistas bem as coisas o futuro não existe, pouco importa se é a curto ou a longo prazo. É por isso que se diz que: “O amanhã ainda ninguém o viu.” O futuro é fruto da nossa imaginação, porque ao sonharmos acordadas(os), estamos a abrir-mo-nos para a realização do que estamos a projectar, a sonhar. Se aquilo que sonhamos estiver destinado no nosso registo, então irá acontecer de alguma maneira. Porém, o ser humano é um ser errante, muito insatisfeito, caprichoso e impaciente, extremamente egocêntrico. Parecemos aquelas crianças birrentas que querem tudo na hora, que não sabem esperar e é nessa medida que procuramos alguém que nos confirme que o que desejamos vai realmente acontecer, só que acabamos por exigir um prazo! Quando pedimos um prazo, é porque estamos num processo caótico e perdemos completamente o bom senso. É IMPOSSÍVEL SABER UM PRAZO! Estamos tão impacientes que nem percebemos que ao fazermos tal exigência estamos a expor-mo-nos e a abrir a porta para que sejamos vigarizadas(os)! Depois o tempo vai passando e aquele prazo acaba por passar também, sem que aquele acontecimento tão desejado se materializar e então, senti-mo-nos frustradas(os).

O que é que correu mal aqui, qual foi o erro? - Questionamo-nos obcecadamente... Pois eu creio que, já tenho essa resposta, mas penso que cada um deve analisar a sua própria experiência e tirar o seu veredicto. Segundo a minha experiência e análise, sempre que conseguimos antever algo do futuro, este afasta-se ou muda...

Porque é que isto acontece?

Porque ao termos um vislumbre desse futuro tão promissor a nossa actitude muda e não agimos naturalmente, porque damos aquilo como certo. Se não tivéssemos sido curiosos, ou se tivéssemos confiado na nossa intuição e Fé em Deus, talvez então as coisas que vimos no futuro realmente acontecessem.

Ver o futuro, nunca é bom porque acabamos sempre por sofrer. Se é bom, ficamos tão expectantes e ansiosas que bloqueamos a possibilidade de acontecer. É como se o afastássemos de nós. Estragamos tudo!...

Se por outro lado, o que vimos não nos agrada ficamos a sofrer por antecipação, porque não conseguimos deixar de pensar naquilo, vivendo obcecadamente com aquele pensamento na ideia que não nos dá paz e entramos numa vibração negativa provocada pelo medo. O medo é um dos nossos maiores inimigos e por darmos atenção a ele, o que tanto tememos acontece…

Assim, chego à conclusão de que realmente “O futuro a Deus pertence…” e que o melhor é ter Fé e não querer, nem procurar saber o futuro. As coisas só acontecem quando é o momento certo para acontecerem. Tudo tem seu tempo. Actualmente, quando faço meditação e quando oro, peço apenas que me enviem Paz, coragem, paciência e compreensão para os momentos difíceis que estiver a passar. Acrescento ainda que não estou a fazer a meditação para ver nenhum acontecimento futuro, apenas pretendo energizar-me e recuperar o meu bem-estar físico, mental e emocional.

Cris Henriques

Roupa Nova–De Volta Pró Futuro. Saudades desta música, que dedico aos meus leitores e também Amor. Não ao primeiro Amor, mas ao último Amor que me acompanha há muitas vidas. Vida Presente, vida passada e vida futura. O Amor que é foi e será.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Superpoderes e Mediunidade


Imagem aqui.

Em português o filme Sky High intitula-se “Escola de Heróis” e eu vi-o este fim-de-semana. Este filme conta a história de uma família de super-heróis, pai, mãe e filho. No filme havia também mais famílias de casais em que ambos eram super-heróis e de super-vilões, ou um dos indivíduos era super-herói e o outro era super-vilão. Os filhos destas pessoas nasciam igualmente com superpoderes, que umas vezes se manifestavam na infância, ou na adolescência. Independentemente de serem filhos de super-heróis, ou de super-vilões, todos iam à escola que ficava no Céu. A escola chamava-se Sky High, e era o primeiro e único liceu para miúdos com poderes sobre-humanos, onde atravessavam a puberdade a lutar contra o crime, usando e desenvolvendo os seus superpoderes, mas também onde optavam por ter uma identidade de super-herói ou de super-vilão, ou seja a célebre escolha do Bem e do Mal, que são efetivamente as mesmas escolhas que fazemos ao longo das nossas vidas.

Gostei muito do filme, apesar de ser um filme para crianças e para adolescentes. Mesmo sendo fantasioso este filme fez-me reflectir, acerca da espiritualidade e da mediunidade. Eu encontrei uma ligação deste filme com a realidade que vivemos e desenvolvi uma teoria, que se relaciona perfeitamente enquanto Espírito Desencarnado no Mundo Espiritual e como Espírito Encarnado no Mundo Material.

Quando reencarnamos, nascemos com uma Missão e com Dons Espirituais para desenvolver. São estes os nossos Superpoderes e temos sempre o nosso Livre Arbítrio que Deus Pai, O Criador nos presenteou quando nos criou à sua imagem e à sua semelhança. O Livre Arbítrio foi-nos atribuído de forma a desenvolvermos responsabilidade e maturidade, fazendo com que tenhamos liberdade perante as nossas escolhas e opções. Claro, que nem sempre optamos pela opção certa e nem os nossos actos são sempre os mais corretos, caímos em erro devido à nossa imaturidade. Porém, é com os erros que aprendemos e para compreendermos que errámos temos a Lei da Causa e de Efeito. Esta é também a escolha e a luta do Bem e do Mal. Esta é a luta constante e a nossa escolha é testada por períodos de 7 em 7 anos, que são os semi-ciclos de Saturno, o grande professor, ou como se diz na doutrina Espírita a Lei da Causa e de Efeito.

As nossas escolhas são previamente feitas até aos 7 anos de idade, a nossa primeira infância. Até esta idade, muitos de nós estamos muito ligados aos nossos Anjos da Guarda e Guias Espirituais, Espíritos de Hierarquias Superiores, porém, também somos contactados por Espíritos Inferiores. Os Espíritos de Hierarquias Superiores, aconselham-nos para o Bem, para o Amor. Os Espíritos Inferiores, inclinam-nos para o Mal, tentando-nos e seduzindo-nos. Dependendo da nossa evolução espiritual, nós escolhemos o que trazemos da nossa essência e dos ensinamentos de vidas passadas.

Assim, os nossos superpoderes é a nossa Mediunidade e conforme sejam as nossas escolhas, devemos aprender a usar os nossos superpoderes sabiamente. Nascemos com tais superpoderes para usá-los em prol do Bem, ajudar os mais carenciados.

Existem vários tipos de Médiuns, uns são curadores, sensitivos, clarividentes, sonambúlicos, incorporativos, telepatas, psicógrafos, os que têm sonhos proféticos, etc. Se formos Médiuns Curadores, devemos fazer terapias de cura nos enfermos, ou nos doentes. Se formos Médiuns Psicógrafos, devemos canalizar as mensagens que recebemos dos Espíritos e divulgá-las de alguma forma se for do interesse público, pois essa é a nossa Missão.

Mas antes de fazermos isso, precisamos descobrir que superpoderes Deus nos concedeu e trabalhá-los, precisamos aperfeiçoar a nossa Mediunidade e usá-los correctamente.
Portanto, conheçam-se a vós mesmos e avaliem que tipos de superpoderes possuem. Depois, façam a vossa opção e vejam se vão ser super-heróis, ou super-vilões

Eu já fiz a minha escolha!

Espero-vos cá deste lado!

E que as forças do Bem e do Amor estejam connosco.

Abraços,

Cris Henriques

sábado, 28 de janeiro de 2012

Elas Não Matam Mas Moem

Imagem no FreeFoto.

Sou uma pessoa muito meditativa, contemplativa, observadora e, sobretudo analítica. Passo a maior parte do tempo a pensar e a analisar as situações que surgem pelo meu caminho.
Quando os desgostos de amor são tema de conversa, há sempre alguém que diz que o amor não mata, ou que essa história de que morrer por amor, não existe. São apenas histórias e contos de livros românticos que alguém muito “lamechas” escreveu num dia em que estava com “dor de corno”, como diz o povo em Portugal.

Pois bem, eu discordo plenamente e tenho experiências que provam o contrário. Senão, vejamos...

Em relação aos desgostos de amor, por exemplo, quem nunca os teve?

Quem nunca passou por isto?

Quem nunca teve um amor não correspondido?

Quem nunca teve um amor platónico?

Quem nunca teve um amor proibido?

A maioria das pessoas já passou por estas situações e sofreram com elas. Creio que nós lésbicas, temos mais predisposição para estas situações que as outras pessoas em geral. Eu por exemplo, já passei por todas estas situações. No entanto, sinto-me uma pessoa com muita sorte por ter tido o privilégio de ter passado por estes momentos menos bons.

Já notaram que quando passamos por situações conturbadas é que nós conseguimos aprender alguma coisa na vida?

Já pensaram que só assim questionamos a vida e entramos na "onda" dos porquês?

Porém, há quem tenha uma atitude muito diferente, fazem-se de vítimas e vestem a capa da autopiedade. Passam a maior parte do tempo a reclamar com as pessoas que as rodeiam, a queixarem-se de tudo e a culparem os outros. Não vêem que na vida tudo é passageiro. Não entendem que todas as situações, por mais penosas que sejam e cujas quais passámos, foram escolhas nossas que foram feitas para que evoluíssemos espiritualmente.

Quando foi que escolhemos?

Momentos antes de reencarnarmos. Nós escolhemos tudo, tudo. Desde o sexo, ao corpo, mas também o local de nascimento, os pais, a família e claro, o karma que devemos resgatar. Deus Todo Poderoso, Criador do Céu, da Terra, do Universo e de todos os Seres, na sua infinita sabedoria ofereceu-nos o Livre Arbítrio. É assim que aprendemos, errando, acertando e depois ensinando.

Assim, todos os relacionamentos são karmicos e todos eles nos ensinam algo. Porém, na verdade, existem pessoas com as quais o karma é menos problemático e então temos mais facilidade para nos relacionarmos com elas. Ainda bem, não é? É que senão, o processo de aprendizagem da reencarnação seria bem mais penoso.

Sem obstáculos não reflectimos, não criamos objectivos e nem questionamos a vida. Os desafios foram criados para serem contornados e vencidos, porque sem eles não chegamos a sentir o verdadeiro amor. Não o reconhecemos. Não o valorizamos e nem valorizamos quem está ao nosso lado.

Então, vamos agradecer em vez de nos queixarmos tanto. Afinal, tudo faz parte da nossa aprendizagem espiritual.

O problema é quando esses problemas não chegam a passar, quando esses momentos de crise se transformam em problemas de saúde. Por exemplo, os desgostos de amor transformam-se em problemas cardíacos. Fiquei consciente disto quando pus fim a um relacionamento, não tive qualquer outra opção. Os momentos com aquela mulher por quem nutria tanto amor, estavam a acabar com a minha alegria. Estavam a acabar comigo, com o meu bem-estar e com a minha serenidade. Assim, o fim do relacionamento foi a solução mais sensata. Sofri durante meses, mas hoje tenho o discernimento para compreender que foi o melhor que fiz. No fim da relação o sentimento de ciúme, posse, mágoa, ansiedade e desilusão eram predominantes o que fizeram com que eu desenvolvesse uma arritmia cardíaca e outros problemas, tal como retenção de líquidos.

Os meus estudos iniciais acerca de PNL - Programação Neuro Linguística, conduziram-me a esta interessante conclusão. Os livros de Auto-Ajuda são ferramentas valiosas para nos auxiliarem e abrirem a nossa mente para a espiritualidade. Portanto, concluo que as mazelas de amores conturbados não nos matam, mas moem. Os desgostos de amor não matam repentinamente, mas sim lentamente.

É uma morte lenta!



Cris Henriques

Barreiro, 15 de Agosto de 2011



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