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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

3ª BC Escritos Lisérgicos: Lendas Urbanas – Três Amigas

blogagem coletiva lendas urbanas
Selo de Participação da BC Lendas Urbanas

Realizada nos blogs:

Produzido por: Christian V. Louis

Em Parceria com: Pandora

Olá a todos!

Antes de começar a minha participação nesta Blogagem Colectiva realizada no blog Escritos Lisérgicos em http://escritoslisergicos.blogspot.com.br/ do amigo/parceiro Christian V. Louis, quero agradecer por mais uma oportunidade de poder participar neste seu evento na blogosfera.

Como sempre, o meu amigo Chris em parceria com a Pandora escolheram um tema muito interessante: Lendas Urbanas, daquelas lendas ligadas ao mundo do sobrenatural. Então, decidi realizar uma pesquisa na internet para me inspirar para criar a minha própria lenda urbana.

Escrevi-a em conto e desde já, quero dizer a todos que esta história é baseada num caso real que me foi contada por uma amiga há uns bons 10 anos atrás. Os nomes foram alterados e parte da história também, para que dessa forma não se possa relacionar com as pessoas envolvidas.

Três Amigas

Imagem aqui.


Elas eram três amigas: Palmira, Íris e Constança. Íris era muito curiosa e sempre se interessara pelas coisas do oculto, do sobrenatural. Na noite de sexta-feira de 31 de Outubro de 2008, véspera do Dia das Bruxas ─ Halloween, as três moças reuniram-se e foram fazer uma maratona de filmes de terror. Era assim que costumavam comemorar e, sempre as três. Alugaram os filmes do Pesadelo em Elm Street, O Exorcista - um clássico, e A Noite dos Mortos Vivos.

Combinaram tudo na escola com a finalidade de se encontrarem à noite na casa de Íris, para se reunirem para a tão ansiada noite. As raparigas estavam muito excitadas e ansiosas pela noite que se aproximava, ainda para mais, iriam ter a casa só para elas, pois os pais de Íris estavam ausentes. O pai tinha ido a um seminário em Estocolmo e a mãe trabalhava no hospital no turno da noite.

─ Estarei de volta amanhã de manhã! Portem-se bem e com juízo, ─ disse a mãe de Íris ao sair.

─ Que seca! ─ Exclamou Íris enfadada.

─ Deixa lá, as mães são todas assim. É normal ─ Disse Constança, piscando o olho à amiga.

Encomendaram umas pizzas e jantaram em frente à televisão vendo filmes, mas abusaram um pouco da cerveja. Até que por volta da meia-noite, Íris diz para as amigas:

─ E se fossemos fazer uma coisa diferente?

─ O quê, por exemplo? ─ Perguntou Palmira.

─ Por exemplo, o jogo do copo!

─ O que é isso? É para ver quem fica bêbeda mais rápido? Boa, também jogo! ─ Exclamou Constança animada!

─ Bêbedas já nós estamos! ─ Respondeu Palmira desmanchando-se a rir com Constança.

─ Não é nada disso, amigas. O jogo do copo é para contactarmos com alguém do além. ─ Esclareceu Íris entusiasmada.

─ Do além?? ─ Perguntou Palmira sem perceber nada.

─ Sim, Palmira. Do além-tejo – Alentejo! Percebes? Resumindo, a Íris quer contactar com um alentejano, mas antes tem de beber uns copos porque não tem coragem! ─ Disse Constança para a amiga e ambas desataram a rir a bandeiras despregadas.

─ Vamos mas é ver outro filme, ─ disse Palmira e Constança colocou um dos filmes no DVD.

Nesse momento, Íris ficou muito séria e com um estranho brilho no olhar. De repente, rouba o comando da televisão e apaga-a.

─ Não vamos nada ver outro filme, vamos fazer o jogo do copo. Gajas, aquilo é para nós falarmos com os espíritos! Estive a ver ontem na net e achei um espetáculo! Vá lá, ‘bora fazer. ─ Pediu Íris.

─ Não curto disso, ─ respondeu Constança.

─ Eu quero fazer, ─ disse Palmira. ─ Fazemos as duas, Íris, a Constança não quer.

─ Pois, mas para fazer isto são precisas três pessoas e a Constança está cheia de medo.

─ Não tenho nada medo, só não gosto disso. Só isso!

Então, para convencer Constança, Íris decide seduzi-la e beija-a na boca. Ela sabia que Constança estava apaixonada por si, há muito e portanto, não deveria ser difícil convencê-la. Após o beijo disse-lhe:

─ Se fizeres o jogo connosco, depois faço-te um striptease

─ Estás a dizer isso só para conseguires o que… ─ E Íris beijou novamente Constança, mas desta vez um beijo mais ardente.

─ Estavas a dizer o quê mesmo…? ─ Perguntou Íris fazendo-se distraída.

─ Ok! Ok! Ok, eu alinho… ─ Disse Constança seduzida por Íris.

─ Boa! ─ Exclamaram Íris e Palmira.

Entretanto, Íris e Palmira prepararam tudo. Acenderam velas, apagaram as luzes e trouxeram um copo de água vazio. Íris colocou todas as letras do alfabeto em semicírculo, depois dispôs os números do zero ao nove, as palavras «Sim» e o «Não» e o copo de água vazio no centro da mesa.

─ Meninas, venham para a mesa e juntem-se a mim. ─ Disse Íris indicando os lugares delas, uma do seu lado direito e outra do lado esquerdo. Formavam um triângulo perfeito.

─ E agora? ─ Perguntou Constança.

─ Chiuuuu. A Íris está a concentrar-se ─ Respondeu Palmira.

─ Vamos todas fechar os olhos, dar as mãos e ficar em silêncio um bocadinho para unirmos a nossa energia, ─ disse Íris muito solene.

─ Agora vamos pôr o dedo indicador sobre o fundo do copo.

As raparigas obedeceram. Então, sentindo um ligeiro formigueiro a subir pelo dedo, Íris perguntou se estava algum espírito entre elas e o copo deslocou-se para a palavra «Sim». Depois perguntou-lhe se ele estava no reino dos mortos há muitos anos e novamente, o copo deslocou-se para a palavra «Sim».

─ Este jogo é uma treta, tu é que estás a mover o copo, Íris! ─ Exclamou Constança retirando o dedo.

─ Não sou eu! Juro, o copo está a mover-se sozinho.

─ Sim, sim e eu sou o Pai Natal! ─ Respondeu Constança com sarcasmo.

─ Vá lá, vamos continuar. ─ Pediu Palmira a Constança.

─ Ok, pronto. ─ Disse Constança cedendo uma vez mais. Voltaram a pôr os dedos no fundo do copo e quando Íris perguntou se estava algum espírito presente, o copo moveu-se rapidamente para a palavra «Sim» e desta vez, todas sentiram um formigueiro intenso nos dedos. Parecia um choque eléctrico!

─ Au! Chiça, vocês sentiram o que eu senti, tipo um choque eléctrico?! ─ Perguntou Constança surpresa.

─ Yeah!! Mas agora cala-te um bocadinho. Deixa a Íris a concen…

─ Concentrar-se, yeah, já sei. Fonix!! ─ Interrompeu Constança aborrecida com Palmira, por esta a repreender novamente.

─ És o mesmo espírito com quem falámos à pouco? ─ Perguntou Íris.

E o copo moveu-se velozmente para a palavra «Não».

─ Quem és, então? ─ Perguntou Constança impaciente…

Então, o copo moveu-se numa velocidade incontrolável até ao número 6, repetindo-o mais duas vezes. O copo saiu da mesa e caiu no chão, partindo-se. Nesse preciso momento uma janela abriu-se e um vento frio entrou em casa, movendo os cortinados, varrendo os papelinhos do jogo do copo pelo ar e apagando as velas.

─ Vamos acabar com isto, já foi longe demais… ─ Disse Constança com medo, tentando fechar a janela que teimava em abrir-se.

Palmira tenta acender a luz, mas esta não acende.

─ Tens razão, vamos acabar com isto! Temos de mandá-lo embora! ─ Disse Íris, assustada.

Uns sons estranhos ecoaram pela casa e uma voz masculina e muito imponente gritou:

─ NÃOOOO!!!

Íris pega nos papéis recortados com as letras do alfabeto, nos números e nas palavras «Sim» e «Não», e num gesto desesperado deita para a lareira, queimando tudo. Uma chama enorme surge nesse momento e Palmira, vê uma sombra escura entrar dentro do corpo de Íris…

Minutos depois ouvem-se gritos…

No dia seguinte, a principal notícia nos jornais era a seguinte:

«NOITE DE HALLOWEEN TRÁGICA NO BARREIRO!

Esta madrugada na cidade do Barreiro, foram encontradas mortas duas jovens de 16 anos e uma terceira também com 16 anos em estado de choque. Segundo a Polícia Judiciária, Constança Pinheiro foi assassinada com 666 punhaladas por Íris da Silva, a sua melhor amiga, que se enforcou num ramo de uma árvore no quintal da sua residência, a poucos metros do local do crime. Aos pés da jovem, estava a arma do crime, uma faca de cozinha ensanguentada. Palmira Lobo, amiga da vítima e da suicida, foi encontrada na sala onde ocorreu a tragédia com as roupas e as mãos cheias de sangue. A jovem sobrevivente encontra-se em estado de choque, tendo sido internada no hospital psiquiátrico para observação e investigação policial. Ninguém sabe dizer ao certo o que aconteceu durante a noite, nem mesmo a jovem devido ao seu profundo estado de desorientação, confundindo a realidade e a ficção. A única coisa que se sabe é que as três moças eram amigas e colegas de escola e que, tinham combinado juntarem-se nessa noite para festejarem “O Dia das Bruxas” fazendo uma maratona de filmes de terror. A polícia está a investigar o caso.»

Fim

Cris Henriques,
[Autora]

Esclarecimento
Em relação ao “Jogo do Copo”, como vulgarmente é conhecido trata-se de uma forma de comunicação com o mundo dos espíritos. É uma sessão espírita, que não deve ser realizada levianamente e muito menos por pessoas sem conhecimento. Este “jogo” como lhe chamam é muito perigoso, pois podem ocorrer possessões, como na história que contei. Juntei duas histórias reais, para criar uma e embora lhe acrescentasse alguma fantasia, posso afirmar que ocorreu o caso de possessão que levou ao suicídio de alguns intervenientes, tal como o surgimento da entidade que mencionei e o facto de quebrarem o copo, para terminarem com aquilo.

Fui convidada algumas vezes por amigos para fazermos uma sessão, mas recusei sempre. Sei como é perigoso e isso é algo que me amedronta, até porque nasci com a mediunidade aflorada e com 2 anos de idade via “coisas” que não eram agradáveis de ver. Depois um padre numa igreja fechou-me aquilo a que aqui em Portugal chamam de “cofre aberto”. Desde então, nunca mais vi nada, porém e ocasionalmente, sinto presenças de algo, mas não vejo…

Termino aqui a minha participação. Espero que gostem do conto. Nunca tinha escrito nada deste tipo, a minha área é o amor e a paixão, o fantástico não é a minha “cena” – como nós portugueses dizemos por cá.

Obrigada.

Abraços a quem passar por aqui e me ler,

Cris Henriques

28 comentários:

  1. Olá boa tarde Cris, como vai você?

    é lendo seu post me deparo com coisas que alguns consideram lendas por não terem provas concretas, mas penso eu até que ponto são mesmo lendas?
    As pessoas brincam com coisas que desconhecem, depois estão com problemas em todas as ordens de sua existência e não sabem os porquês.

    O ideal seria respeitarmos aquilo do qual não temos conhecimento, ou estudar os fatos e depois decidir se vale uma brincadeira ou não ...

    Muito boa e esclarecedora postagem, parabéns!

    Bom final de semana Cris,

    Abraços
    RioSul

    ResponderEliminar
  2. Oi Cris :)
    O conto ficou muito bom.Parabéns!
    Quanto ao jogo do copo:
    Cada um acredita naquilo que julga mais coerente.
    Eu não aprecio jogos sobrenaturais.
    Acho que devemos ter cuidado com isso.O resultado pode ser desastroso.
    Bjs!

    ResponderEliminar
  3. Ai que história boa, lembrei de quando tinha essa idade também e participei de uma brincadeira dessas, tive tanto medo, por ter nascido em uma família de espiritualista, sempre soube que se reunir mais de 3 pessoas em uma mesa e houver concentração, pode se sim atrair espíritos, mas nesse caso, dificilmente algo bom pode vir.
    Adorei conhecer seu blog.
    Bom final de semana
    Beijos

    ResponderEliminar
  4. Oi Cris
    Um conto excelente. Para quem nunca escreveu nada assim você foi brilhante. Temos a certeza que um conto tem qualidade quando consegue prender a atenção do leitor até o final. Parabéns!
    Viemos te conhecer e já estamos aqui instaladas com a sua permissão. Também queremos agradecer s sua visita em nossa casa educacional.
    Um abraço

    ResponderEliminar
  5. OLá Cris, boa noite!

    Uauu! Pra quem gosta de temas fantasmagóricos, filmes de terror, histórias macabras, o teu texto vai agrada em cheio! Perfeito!

    Apesar de não me atraírem tais assuntos, devo te parabenizar pela postagem bem feita, uma das melhores que tenho lido até então, sobre "Lendas Urbanas".

    E, o que achei muito legal, foi a tua explicação e alerta sobre o conhecido "Jogo dos Copos", de forma a prevenir àqueles que se aventurarem em tais brincadeiras, pois quem estuda sobre os fenômenos da alma, e da imortalidade, sabe perfeitamente que os Espíritos estão em toda a parte, e principalmente os menos adiantados, podem responder a tais chamados, através dos "copos".

    Gostei, Cris!

    Beijos da Lu...

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  6. Fala xará!
    Eu gosto muito de contos que tenham bastante diálogos entre os personagens, sinto-me mais próximo deles do que quando ocorrem aquelas descrições infinitas, que nos cansam de tantos detalhes que alguns autores utilizam.
    Seu conto a leitura fluiu maravilhosamente bem, embora a história seja bem impressionante.
    Coincidência que minha mãe que é espírita soube de um caso onde pessoas fizeram esta "brincadeira" com o copo e o mesmo espatifou-se, do mesmo modo que descreve no texto. Achei assustadora a coincidência, por sorte, não ocorreu nada mais grave.
    Não sei se leu o comentário da minha parceira Nina, ela relata um real caso de possessão ocorrido durante este "jogo", porém, por sorte, não passou de um susto, não acabou de forma trágica como o que relata aqui.
    Estas mortes tiveram mesmo relação com este jogo ou teria sido coincidência? É um mistério...
    A respeito dos filmes de terror, não vejo que tenha qualquer ligação com o fato e penso que eles nos auxiliem a lidar com nossos medos. Eu os assisto desde criança e isto me ajudou a criar uma certa "frieza" e ceticismo, o que me é bem útil. Por vezes vejo pessoas com mais de 30 anos que se impressionam com coisas tão banais, ficam até imaturas, sentem medo de tudo e qualquer coisa as assusta e, pessoas assim, é bem fácil de serem manipuladas.
    Muito obrigado por mais uma vez participar de uma BC dos Lisérgicos, fiquei muito contente em saber que sua mãe também participou, de forma um pouco mais realista do que você. Aliás, foi bem realista. rs.
    Até mais!

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  7. Maravilhoso e bem contado. E esse jogo dos copos sempre passei longe.Tinha medo!! beijos,lindo fds!chica

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  8. 666 punhaladas, haja punhalada...

    Menina gostei muito do seu conto, parabéns pela sua participaçao na BC!

    Adorei sua entrevista no Café...

    Bjos

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  9. Jogo do copo?
    Nem mortaaaaa!!!!!

    tenho pavor disso! não quero, não me chamem, me esqueçam!

    Muito bom o conto!

    Beijos

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  10. Fico fascinada com textos, poemas, poesias... no meu trabalho o que mais me atrai é literatura... o seu blog é um acervo maravilhoso! Parabéns!
    Te encontrei no Multiplicadores e foi um um dos melhores que encontrei. Estarei seguindo suas noticias, Muito sucesso!
    Abraços
    Julia
    http://impactodapedagogiamoderna.blogspot.com

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  11. Olá Cris,
    Obrigado pela visita e pelas palavras lisonjeiras! Quanto a participar do Contos e Prosas, será um honra poder divulgar uma das suas criações, aliás, espero que envie!
    Abraço.

    ResponderEliminar
  12. Olá amiga Cris.
    Estamos de volta. Viemos te ofertar um selo para o seu blog. Passe lá no nosso cantinho e pegue o seu. http://lugardegentefeliz-empromorar.blogspot.com.br/2012/10/nosso-primeiro-presente.html Tenha uma noite iluminada. Um abraço

    ResponderEliminar
  13. Cris, minha amiga!
    Eu adoro a maneira como você escreve, como conta as suas histórias!
    E essa é de arrepiar!
    E o mais interessante é que mesmo sendo o primeiro texto deste gênero que você escreve, ficou excelente! Excelente!
    Parabéns pela sua participação na blogagem coletiva!
    Um grande abraço!

    PS: Minha amiga, em breve publicarei sobre o prêmio que recebi de você! Não pense que me esqueci dele! :)

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  14. Olá amiga querida.
    Nossa fiquei arrepiada, os detalhes foram maravilhosos apesar do medinho gostei muito.
    Não aceitaria fazer isso nunca, morro de medo em brincar com o desconhecido, melhor é respeitar e ficar quietinha.
    Parabéns por mais uma brilhante participação nesta blogagem.
    Um Domingo maravilhoso, beijinhos.
    Desculpe pela ausência.

    ResponderEliminar
  15. Oi Cris,passei pra te ver e parabenizar pois acabei de ler-te la na Patricia e amei.
    Excelente conto amiga, você é demais,me predeu do inicio ao fim.
    Beijoca !
    Lílian

    ResponderEliminar
  16. Cris, seu texto foi muito bem escrito. Embora também tenha vivenciado algumas experiências leves não acredito completamente que espíritos podem nos fazer mal, porém nunca brinquei com isso, sempre respeite. Como diz o velho ditado, "não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem". Um abraço!

    ResponderEliminar
  17. Olá, Cris..
    Um texto realmente assustador.
    Como escrevi em outro blog, "no creo em brujas, pero que las hay, las hay.."
    Mesmo não acreditando em muitas histórias que são contadas, não abuso da sorte, ou seja, não brincaria com uma coisa dessas.
    Melhor não mexer com o sobrenatural...
    Abraços e até mais!

    ResponderEliminar
  18. Olá Cris,
    teu conto está bastante intrigante,mas muito bem conduzido no tema desta BC.Sou da mesma opinião que vc, precisamos ser cautelosos ao nos envolvermos com algo que desconhecemos.
    Embora não seja este o teu cenário declarado, fizeste um ótimo conto.
    Aqui chego e te sigo, agradecendo tua presença lá em meu blog e esperando que este seja o início de boas trocas.
    Bjinhos,
    Calu

    ResponderEliminar
  19. Cris, se o fantástico não é sua cena e você consegue trabalhar com ele assim, em sua cena então você deve ser um arraso! Adorei. Fiquei até com aquela sensaçãozinha tensa que contos de terror costumam fazer aflorar... #Tenso

    No mais, eu não sou muito ligada no sobrenatural, mas nunca topo brincar disso porque me soa assustador demais e perigoso. Tem coisas com as quais não se deve brincar.

    Ah, é uma delicia ler em português de Portugal. Amor.

    ResponderEliminar
  20. Cris,
    Eu dei uma olhada em lendas urbanas e sinceramente não me senti atraída por escrever nenhuma, já que as mais famosas entra na área de terror. Eu não tenho medo propriamente, mas prefiro o meu canto...
    Esse é uma das lendas que causam esse receio, já que não é tão lenda assim né?
    Bom relato e a explicação ficou muito legal.
    parabéns pela participação querida.
    bjks doces

    ResponderEliminar
  21. CARAMBA! Que conto!!! E ainda com uma sobrevivente! AMEI!

    Eu sou muito medrosa e nunca tive coragem de brincar do jogo do copo!!!

    Bjs

    ResponderEliminar
  22. Parabéns Cris um conto empolgante, creio que muitos fizeram essa brincadeira na minha adolescência era febre graças a Deus que não tivemos consequências graves.

    ResponderEliminar
  23. Oi Cris!Parabéns pela sua participação!Uma história arrepiante que nos mostra que é melhor não mexer com coisas ocultas,que não sabemos dominar!bjs e boa semana!

    ResponderEliminar
  24. Olá, Cris.
    Excelente seu conto, imaginativo e bem narrado.
    Não há como se saber quantos casos assim acontecem de verdade, já que não se tem como averiguar a verdade, e o que é contado só aumenta a lenda mais e mais.
    Abraço.

    ResponderEliminar
  25. Oi Cris
    Nossa, sua história foi muito bem contada, e bem horripilante kkkkkk. Deu medo mesmo! Parabéns por sua participação na BC. Parabéns pela entrevista, estou comentando dois posts em um só. Obrigada pelo carinho em meu blog.
    Bjão. Fique com Deus!

    ResponderEliminar
  26. Minha amiga que história..
    Estou aqui arrepiada..
    Meus Deus!!
    Gente que coisa mais maravilhosa de ler.. eu adorei..
    Enquanto lia apertava as mães ansiosas pelo final..
    Sabe o que mais me deixa doida aqui?
    Ficar imaginando como foram os últimos momentos das três..

    Parabéns viu?
    Ficou perfeito.
    Beijinhos
    Sheila

    ResponderEliminar
  27. Nossa!! Depois de ler esse "conto", pois agora nem sei se é fictício ou não, de tão bem contado... Quem se habilita a "brincar" com os copos?
    Sabe que tenho ouvido umas histórias estranhas acontecidas no Barreiro que nem sei mais se é um bom lugar para se morar.
    Talvez o melhor caminho seja não acreditar em tudo o que vemos e respeitar aquilo que não vemos.
    Boa blogada!!

    ResponderEliminar

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Cris Henriques
(Autora do livro «O Que O Meu Coração Diz», criadora e administradora do blogue.

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