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terça-feira, 8 de abril de 2014
sábado, 20 de julho de 2013
Espaço Consciência Pura
Imagem: Espaço Consciência Pura
Olá a amigos!
É verdade que tenho estado mais ausente esta semana, quer dos vossos blogs, como do meu e peço-vos as minhas desculpas por isso. Na quarta-feira passei mal e tive de ir às urgências do hospital da minha cidade, estava com febre e dores no baixo-ventre. Após tomar um medicamento para baixar a febre, esta não cedeu e como as dores persistiam intensamente, decidi ir até ao hospital.
Felizmente, desta vez não era a vesícula. O problema está na obstrução intestinal… Mas agora já está tudo bem e eu estou melhor.
Quem já me conhece, sabe que não sou de me lamentar. Portanto, o relato do meu incidente fica por aqui e vou prosseguir com o meu post.
***
Como já puderam notar pela imagem deste post, tenho novidades! Portanto, esta postagem é a divulgação de um novo projecto da minha Mãe – Idália Henriques, (dos blogs: Falando Com Os Meus Botões, Cake Design & Sabores da Nossa Vida e Miminhos da Idália) e meu. Nós abrimos um novo blog que se chama Espaço Consciência Pura e o endereço é o seguinte: http://espacoconscienciapura.blogspot.com. Lá falamos de Espiritualidade, de Autoajuda, Reiki, Meditação, etc. O blog está ainda em construção, estou ainda a adicionar-lhe alguns widgets, entre outras coisas importantes. Contudo, já tem postagens e pode ser visitado.
Esperamos vocês lá em: http://espacoconscienciapura.blogspot.com.
Obrigada.
Cris Henriques
sábado, 12 de janeiro de 2013
Curso Aprender A Escutar
Imagem aqui.
Na vida, existe cursos para tudo. Cursos de persuasão/manipulação, como lhes apelido. Nestes cursos aprende-se: Marketing, onde se vende sempre alguma coisa; Comunicação Social, onde se aprende a comunicar com as pessoas e a exprimir as suas ideias; Escrita Criativa, onde se aprende a arte de escrever; mas e o curso de Aprender a Escutar?
Escutar o que as pessoas têm para dizer, existe este curso?
Imagem aqui.
A meu ver, Escutar não é o mesmo que ouvir, porque ouvir ouvimos tudo e mais alguma coisa, mas não damos muita atenção ao que estamos a ouvir. Às vezes, fazemos isto intencionalmente. Outras vezes, acontece o oposto, por distração, principalmente, quando estamos desatentos e mais concentrados nos problemas de nossa vida, que muitas vezes nem são bem problemas, chamo a isto karma e destino. Ouvir é uma forma de estarmos alienados em piloto automático, agindo e fazendo as coisas mecanicamente. Porque quando alguém nos diz alguma coisa e nós estamos nesse estado, nós até que ouvimos mas a nossa memória não memoriza nada. E depois, nós respondemos só que não nos lembramos de aquele assunto ter sido discutido, ou por outro lado dizemos que não ouvimos nada daquilo.
Quando escutamos atentamente, memorizamos e muitas vezes, até reflectimos acerca do que ouvimos. Isto acontece quando somos pessoas dispostas a aprender com novas experiências e com outras pessoas, trocando ideias e aceitando pontos de vista diferentes. É no escutar que amadurecemos, evoluímos e nos tornamos pessoas melhores, menos egocêntricas.
O que muitas vezes faz com que as pessoas não sejam boas “escutantes” – ouvintes, é por serem extremamente egocêntricas, pois só elas é que querem falar e não escutam nada do que dizemos e para piorar, acham-se donas e senhoras da verdade que para elas, esta é absoluta! Então, assim não têm nada para aprender.
Estas pessoas não têm muitos amigos, devido à sua postura egocêntrica. Manipulam toda a conversa e quando estamos a contar alguma coisa da nossa vida, como um desabafo não só não escutam o que temos para dizer, como elas têm sempre algo mais dramático para contar. As suas histórias são as mais, porque elas próprias gostam e querem ser o centro das atenções.
Então, vamos ser mais atenciosos com amamos. Vamos escutar o que eles nos querem contar, ou desabar. Escutar é uma forma amar o outro.
Se for daquelas pessoas que tem dificuldade em concentrar-se e descontrai-se com frequência, tente fazer o seguinte exercício:
Sente-se ao ar livre e num lugar tranquilo. Observe a natureza à sua volta, as flores, as aves, as árvores, o céu e as suas nuvens criando novas formas. Observe como as plantas bailam ao sabor do vento e inspire fundo, sentindo a paz e a tranquilidade onde se encontra. Feche os olhos e sinta, escute os sons que a rodeiam.
À medida que o tempo for passando e for fazendo este exercício, sentirá mais paz de espírito e mais concentrada, mais atenta a escutar os outros.
Experimente e depois compartilhe, conte-me a sua experiência.
Obrigada.
Abraços,
Cris Henriques
sábado, 13 de outubro de 2012
A Volta de 180º – Saturno, Úrano, Neptuno e Plutão
Imagem do Photobucket
A vida dá muitas voltas, voltas de 180° graus, sobretudo. Estas voltas são coisas inesperadas, como situações que provocam o caos e a destruição.
Será destino?
Será karma?
Será castigo Divino...?
Sim, é destino e sim, é karma. Mas não, não é de todo um castigo Divino. Não acredito que Deus seja um pai ditador, autoritário para com os seus filhos. Acredito que Deus é um ser especial, uma entidade forte e sábia que ajuda os seus filhos e somos todos filhos Dele, toda a vida existente foi criada por Ele, pois é Ele o Criador. Deus é também o Amor Incondicional, aceita-nos exactamente como somos. Ele não quer que soframos, Ele quer que sejamos felizes e que o tenhamos no coração, é essa a sua morada dentro de nós. Deus é a união e é o amor universal. Acredito que podemos e que devemos confiar nas suas acções. Só Ele sabe o que está destinado para nós.
O destino e o karma, são unos e representam uma e a mesma coisa. É como a Lei do Retorno, a Lei da Causa e de Efeito, é tudo o mesmo. Todas as nossas acções, levam a uma reacção e nem sempre temos consciência do significado disto. O karma, pode ter sido gerado por uma vida passada, ou mesmo nesta vida. Quando erramos, aprendemos. Mesmo que esta aprendizagem não seja aprendida nesta vida. Se isso acontecer, teremos uma nova oportunidade numa vida futura. Sim, o karma são oportunidades de aprendizagem que Deus nos concede para evoluirmos espiritualmente. Não é propriamente um castigo e Saturno, é o planeta que está directamente ligado a isto. Saturno é o Senhor do karma. Ele é um Mestre, um grande professor. Quando Saturno toca em certas fragilidades do nosso Mapa Astral, sentimos um abanão tremendo. As dívidas karmicas com que nos comprometemos a resolver ao reencarnarmos, são cobradas nesse preciso momento em que nos sentimentos mais sensíveis. A nossa vida fica de “pernas para o ar” e nós sentimo-nos completamente perdidos, desesperados e sem eira nem beira… É uma volta de 180º, onde precisamos adquirir uma nova consciência e uma nova visão perante o futuro. E não adianta resistir, ou ignorar, porque quanto mais fizermos isso, mais dificuldade temos para suportar e voltar a equilibrarmo-nos.
Como ultrapassar esta crise, o que fazer?
O que eu faço e tento fazer, é meditação com visualização criativa. Fazer isto diariamente, claro e pelo menos vinte minutos. Também contemplo a natureza, as flores a florir, os frutos a nascer, a horta a crescer, ver um pôr-do-sol, um céu repleto de estrelas brilhantes e pedir um desejo à primeira que avistar como quando era criança. É muito lindo, é sublime. Sentir o vento no rosto, o calor do sol no corpo e sentir a chuva, o cheiro da terra molhada. Maravilhoso! Acreditar em milagres, ter fé e acreditar em Deus, porque só com ele tudo isto é possível.
Cris Henriques
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sábado, 25 de agosto de 2012
O Passado

Imagem aqui.
Quando uma pessoa se começa a interessar em desenvolver a sua espiritualidade, uma das primeiras coisas pela qual ela começa a sentir-se atraída e pela qual sente curiosidade em descobrir, é as suas vidas passadas. Saber quem foi, em que época esteve, em que país viveu, etc. Muitos acreditam terem sido nobres, pessoas importantes e influentes, com grande status social, outros acreditam terem nascido em corpos de personalidades históricas que ainda hoje em pleno século XXI são admirados e conhecidos pelo grande público em geral.
No entanto, ninguém pensa que possa ter sido um assassino, um mercenário, um inquisidor fanático e cruel, uma feiticeira adoradora do demónio, ou mesmo uma pessoa mais humilde como um escravo vindo de outro pais, um pedinte, uma prostituta da babilónia, etc. Mas todos nós já passámos por tudo isto e se ainda não passámos, então certamente, iremos passar por isso em algumas vidas futuras. É meramente uma questão de tempo.
Fazer regressões tanto pode ser uma experiência muito positiva, quanto negativa. Na verdade, ninguém sabe o que vai encontrar no baú do seu passado, pelo que esta prática que pode parecer uma coisa tão simples pode não ter um final feliz... Existem experiências que por terem sido tão traumáticas, o nosso consciente não quer relembrar e que depois de serem recordadas e intensamente vividas, podem deixar-nos profundamente perturbadas(os) durante muito tempo, ou em alguns casos mais graves o resto das nossas vidas, sendo necessário recorrer a uma forma de ajuda especializada.
Imagine por exemplo que é feliz a nível sentimental e que tem o relacionamento que sempre idealizou ter, o relacionamento perfeito. Essa pessoa é carinhosa consigo e de cada vez que a vê, é invadida por um maravilhoso sentimento de amor. Sente inclusivamente que são almas gémeas e nem pensa em ter outras pessoas, porque este ser preenche-a inteiramente.
Agora suponha que faz uma regressão para satisfazer a sua curiosidade e os momentos que vê, não são exactamente como tinha imaginado, pois esses momentos que consegue ver são de extrema violência, um verdadeiro cenário de terror! Afinal o grande amor da sua vida actual, é um criminoso sem escrúpulos e sanguinário que mata só pelo seu próprio prazer de matar e que na cena que vê, ele está a matar barbaramente, o vosso filho desta actual vida.
Como se sentiria?
E noutra regressão, você e ele são pai e filha, mas você é o pai que abusa sexualmente da filha, que é ele na sua vida actual. As revelações que teve foram de tal forma violentas que você decide pôr termo à regressão e sai do consultório o mais rapidamente possível, pois tudo o que quer é sair dali, não voltar lá mais e esquecer tudo o que viu.
No entanto, não consegue deixar de pensar no que vivenciou ao fazer a regressão e sempre que ele olha para si, lembra-se de tudo. De noite tem pesadelos e dentro de si, começam a surgir sentimentos diferentes do que sentia anteriormente. Por um lado sente raiva, ódio e revolta por ele ter morto o seu filho de uma forma horrível, que agora é vosso. Por outro lado, sente culpa por ter cometido abuso sexual de forma continuada naquela vida passada em que fora seu pai e assim o seu comportamento, vai alterando e as discussões tornam-se constantes entre vocês, até que acabam por se divorciar pondo fim a um amor que poderia ter trazido felicidade a ambos o resto da vossa vida...
Numa situação destas, vale a pena conhecer as suas vidas passadas?
Fazer regressões é uma coisa que requer muita responsabilidade e não deve ser realizada apenas por curiosidade, pois nunca se sabe o que podemos descobrir acerca de nós e das pessoas com quem nos relacionamos.
Deve-se fazer regressões com alguém por perto, como por exemplo, com um terapeuta que saiba conduzir a regressão e nos possa ajudar a recuperar, na eventualidade das pessoas ficarem perturbadas.
Já se questionou porque é que quando reencarnamos nunca nos lembramos das vidas anteriores?
Claro que há casos de pessoas que se recordam, mas isso são casos excepcionais, ou em situações temporárias. As crianças servem para este exemplo, porque elas recordam-se da sua vida anterior e também das pessoas que lhes são próximas, lembrando-se dos seus familiares, sobretudo dos seus pais e irmãos. Esta lembrança perdura aproximadamente até 3 anos de idade. Experimente perguntar ao seu filho de tenra idade quem ele era quando era grande e verá a resposta que ele lhe dará. Também lhe pode perguntar o que é que vocês eram um ao outro e ele responderá muito naturalmente.
Não nos lembramos quando somos adultos porque se nos lembrássemos, teríamos mais dificuldade para limpar o nosso karma, principalmente em relação aos nossos relacionamentos. O tempo que ficamos do outro lado antes de reencarnarmos novamente, serve para esquecermos e para nos reequilibrarmos. Ao ficarmos privadas(os) dessas lembranças, ficamos com maior capacidade para perdoar. Perdoar tem a ver com esquecer, se não perdoamos também não conseguimos esquecer.
Quando reencarnamos após uma vida de grande violência e sofrimento, precisamos esquecer porque geralmente, vamo-nos relacionar com o nosso agressor, ou com a nossa vítimas e essa pessoa na vida presente pode ser uma pessoa boa para connosco agora, ou nós para com ela. Desta forma resgatamos o karma que temos com ela. Mas se tivéssemos consciência do passado, o perdão e o karma seriam muito difíceis de serem realizados.
Existem também as regressões espontâneas, estas acontecem de várias formas, como através de sonhos ou através da meditação com visualização criativa. Isto quando sucede é porque realmente existe algo numa vida do passado que precisamos de saber, portanto, este tipo de regressão é considerada positiva. Destas, já fiz algumas vezes e não foram propriamente experiências negativas, antes pelo contrário. Ajudaram-me muito.
Alguns psiquiatras Hipnoterapeutas, já usam a regressão para tratar certos problemas de saúde, tais como as fobias. Um exemplo disso é o Dr. Brian L. Weiss Ph. e MD nos Estados Unidos da América e é também autor de diversos livros que divulgam a sua inovadora terapia de regressão a vidas passadas como método de cura.
Acredito que este tratamento seja eficaz e aprovo que se façam regressões com esta finalidade. Portanto, tenham presente na vossa mente que regressões não se deve fazer para conhecer o passado por curiosidade.
Cris Henriques
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
O Futuro

Imagem daqui.
Recentemente, tive consciência do significado da frase: “O futuro só a Deus pertence”. Nunca tinha pensado bem no significado desta frase, até há bem pouco tempo, dias até… Mas voltemos um pouco atrás nas esferas do tempo para entenderem o porquê desta reflexão acerca da frase: “O futuro só a Deus pertence”.
Tudo começou basicamente quando me apaixonei e me decidi a lutar pela pessoa que amava, estava determinada a conquistá-la e para tal quis conhecê-la profundamente, compreendê-la, ser o abraço que a tranquilizava e lhe dava segurança, ser o lenço que lhe limpava as lágrimas dos seus olhos, enfim… Então, comecei a estudá-la através da Astrologia. O amor tem destas coisas, faz-nos cometer actos um pouco fantasistas e ver quem amamos com óculos de lentes cor-de-rosa. Podia dar-me para pior, não?
Porém, não consegui “levar a água ao meu moinho”, isto é, atingir os meus objetivos da maneira que eu queria, pelo que não consegui conquistar o seu coração afetivamente. Foi um bocado difícil aceitar que esta batalha não ia vencer e nem mesmo havia esperança de ganhar a guerra. Mas é assim vida, não tinha outra alternativa e aceitei a perda. Hoje compreendo que não estávamos destinadas uma para a outra e somos apenas boas amigas.
Esta experiência do primeiro amor foi muito gratificante, apesar de ter sido doloroso no momento do esquecimento, porém abriu-me portas e janelas que estavam fechadas há muito, mas que eu precisava abrir e aventurar-me num mundo novo: a espiritualidade e, a astrologia foram as chaves para começar uma nova vida. Levei esta ciência tão a sério que fiz um curso e mais tarde optei por exercer esta atividade profissional.
A Astrologia permite-me realizar um profundo trabalho de autoconhecimento, pois ao conhecer a minha alma e ao compreendê-la, tenho mais capacidade para conhecer, compreender e aceitar as pessoas que me rodeiam tal como elas são, com todas as suas exactas características tão marcantes. Na Astrologia não se emprega expressões tais como: é bom, é mau, tem muitas qualidades, ou é cheio de defeitos… Aprendemos que cada um de nós é um ser em constante estado de evolução espiritual. Aprendemos a olhar a pessoa como um Todo, pois é do Todo que provimos. Afinal, Somos Todos Um.
A Astrologia é talvez uma das ciências esotéricas, que melhor podem contribuir para o desenvolvimento da espiritualidade tanto a nível pessoal, como nas relações com as pessoas que nos rodeiam. Estudos de Grandes Escolas de Pensamento, revelam que a Astrologia, ajuda a amenizar o karma através do estudo do Mapa Astral de cada um. Pode ser uma ideia deveras utópica, mas seria muito bom que nas escolas incluíssem a Astrologia como disciplina de ciência esotérica, por exemplo. Ilustres Pensadores desejaram realizar este projeto, no entanto a dominante Religião Católica, ainda hoje não vê a Astrologia como uma ciência benéfica e portanto, este projecto tem sido sempre rejeitado e ignorado.
Estes procjetos materializar-se-ão no dia em que deixar de haver religiões, ideias dogmáticas e preconcebidas, pois é através deste tipo de ideias que nascem os preconceitos e a hipocrisia. Como será bom quando a Astrologia for uma disciplina escolar, as pessoas tornar-se-ão mais tolerantes, conscienciosas e compreensivas para com os outros, até para consigo mesmas e deixaram de ser tão egoicas. O ego é o responsável por tanta infelicidade e pelo atraso na evolução espiritual. Com a Astrologia, podemos fazer o que Jesus disse: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”, - Mateus 22, 35-38. Percebi isto recentemente ao ler um livro de uma Grande Escola de Pensadores e, depois de reflectir acerca do assunto concluo que está absolutamente correto. Estudar Astrologia é o método para seguir este mandamento.
Contudo, o estudo da Astrologia a que me estou a referir não inclui as previsões para o futuro, como inúmeros curiosos desejam conhecer. Os prognósticos revelados pelas previsões, são muitas vezes tendências e isto não quer dizer que as coisas aconteçam, ou não aconteçam. Faço previsões, sim, mas com uma certa relutância, embora sejam para os clientes. Para mim, não as faço. Não me sinto bem com isso, nem gosto.
Em momentos de crise e em fervoroso tumulto tenho consultado os astros, ou o Tarot para tentar compreender o que me estava a acontecer e recorria também à prática da meditação com visualização criativa, pedindo para ver as respostas de forma a tranquilizar o meu espírito. No entanto, nestes momentos não consigo ver nada com clareza para mim. A perturbação é grande e o medo imenso, o que me confunde inteiramente. Oro pedindo por sinais que não me deixem qualquer tipo de dúvida e sejam muito claros, porém, os sinais só aparecem quando Deus quer e não quando eu determino. É sempre assim. Só depois de ter feito muita meditação e de ter voltado a estes estudos é que me reequilibro, ficando desbloqueada e portanto, consigo ver os sinais que Lhe pedi. Às vezes vejo que já os tinha visto, mas como estava tão absorvida pelo momento de desespero não liguei por acreditar ser ilusão.
No final, quando compreendo o porquê das coisas estarem a acontecerem desta maneira, fico mais tranquila e aguardo pelos dias bons que hão-de voltar. Nada na vida é eterno e isto inclui também as tristezas e as desilusões. O importante é manter a esperança e a Fé.
Há medida que os meus estudos astrológicos vão avançando, adquiro mais consciência em relação à espiritualidade e entendo que um astrólogo é sempre um estudante em ascensão. Os momentos de crise, seja em que área for, servem para nos amadurecer e nos ajudar a evoluir espiritualmente. Pouco importa que gostemos, ou não, porque é quando passamos por momentos difíceis que procuramos respostas e procuramos por ajuda neste âmbito, é quando nos voltamos para Deus. Só Ele sabe o que é bom para seus filhos. É por isso que a nossa busca espiritual, não deve ser para conhecer o futuro porque este de facto, só Deus o conhece. Através dos meus estudos creio que já consegui compreender, porque não devemos conhecer o futuro. Vistas bem as coisas o futuro não existe, pouco importa se é a curto ou a longo prazo. É por isso que se diz que: “O amanhã ainda ninguém o viu.” O futuro é fruto da nossa imaginação, porque ao sonharmos acordadas(os), estamos a abrir-mo-nos para a realização do que estamos a projectar, a sonhar. Se aquilo que sonhamos estiver destinado no nosso registo, então irá acontecer de alguma maneira. Porém, o ser humano é um ser errante, muito insatisfeito, caprichoso e impaciente, extremamente egocêntrico. Parecemos aquelas crianças birrentas que querem tudo na hora, que não sabem esperar e é nessa medida que procuramos alguém que nos confirme que o que desejamos vai realmente acontecer, só que acabamos por exigir um prazo! Quando pedimos um prazo, é porque estamos num processo caótico e perdemos completamente o bom senso. É IMPOSSÍVEL SABER UM PRAZO! Estamos tão impacientes que nem percebemos que ao fazermos tal exigência estamos a expor-mo-nos e a abrir a porta para que sejamos vigarizadas(os)! Depois o tempo vai passando e aquele prazo acaba por passar também, sem que aquele acontecimento tão desejado se materializar e então, senti-mo-nos frustradas(os).
O que é que correu mal aqui, qual foi o erro? - Questionamo-nos obcecadamente... Pois eu creio que, já tenho essa resposta, mas penso que cada um deve analisar a sua própria experiência e tirar o seu veredicto. Segundo a minha experiência e análise, sempre que conseguimos antever algo do futuro, este afasta-se ou muda...
Porque ao termos um vislumbre desse futuro tão promissor a nossa actitude muda e não agimos naturalmente, porque damos aquilo como certo. Se não tivéssemos sido curiosos, ou se tivéssemos confiado na nossa intuição e Fé em Deus, talvez então as coisas que vimos no futuro realmente acontecessem.
Ver o futuro, nunca é bom porque acabamos sempre por sofrer. Se é bom, ficamos tão expectantes e ansiosas que bloqueamos a possibilidade de acontecer. É como se o afastássemos de nós. Estragamos tudo!...
Se por outro lado, o que vimos não nos agrada ficamos a sofrer por antecipação, porque não conseguimos deixar de pensar naquilo, vivendo obcecadamente com aquele pensamento na ideia que não nos dá paz e entramos numa vibração negativa provocada pelo medo. O medo é um dos nossos maiores inimigos e por darmos atenção a ele, o que tanto tememos acontece…
Assim, chego à conclusão de que realmente “O futuro a Deus pertence…” e que o melhor é ter Fé e não querer, nem procurar saber o futuro. As coisas só acontecem quando é o momento certo para acontecerem. Tudo tem seu tempo. Actualmente, quando faço meditação e quando oro, peço apenas que me enviem Paz, coragem, paciência e compreensão para os momentos difíceis que estiver a passar. Acrescento ainda que não estou a fazer a meditação para ver nenhum acontecimento futuro, apenas pretendo energizar-me e recuperar o meu bem-estar físico, mental e emocional.
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