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sábado, 20 de julho de 2013

Espaço Consciência Pura

Cabeçalho ECP2

Olá a amigos!
 
É verdade que tenho estado mais ausente esta semana, quer dos vossos blogs, como do meu e peço-vos as minhas desculpas por isso. Na quarta-feira passei mal e tive de ir às urgências do hospital da minha cidade, estava com febre e dores no baixo-ventre. Após tomar um medicamento para baixar a febre, esta não cedeu e como as dores persistiam intensamente, decidi ir até ao hospital.
 
Felizmente, desta vez não era a vesícula. O problema está na obstrução intestinal… Mas agora já está tudo bem e eu estou melhor.
 
Quem já me conhece, sabe que não sou de me lamentar. Portanto, o relato do meu incidente fica por aqui e vou prosseguir com o meu post.
 
***
 
Como já puderam notar pela imagem deste post, tenho novidades! Portanto, esta postagem é a divulgação de um novo projecto da minha Mãe – Idália Henriques, (dos blogs: Falando Com Os Meus Botões, Cake Design & Sabores da Nossa Vida e Miminhos da Idália) e meu. Nós abrimos um novo blog que se chama Espaço Consciência Pura e o endereço é o seguinte: http://espacoconscienciapura.blogspot.com. Lá falamos de Espiritualidade, de Autoajuda, Reiki, Meditação, etc. O blog está ainda em construção, estou ainda a adicionar-lhe alguns widgets, entre outras coisas importantes. Contudo, já tem postagens e pode ser visitado.
 
 
Obrigada.
 
Cris Henriques

domingo, 26 de agosto de 2012

O Presente


Imagem aqui.

Já escrevi artigos a falar do futuro e do passado, portanto, hoje vou falar do presente.

Em termos de tempo real, o único momento que realmente temos é o Presente. O Presente é o que é, é o palpável, é a matéria, a concretização. É no Presente que sentimos na pele que estamos vivos, sentimos que estamos a ser tocadas(os) e que podemos também tocar, podemos tocar uma infinidade de coisas, agarrar. Os nossos 6 sentidos ficam todos mais despertos: com a visão podemos ver, com o olfato podemos sentir o perfume, com a audição podemos escutar, com o paladar podemos saborear, com o tacto podemos tocar, agarrar e sentir. Deixei para o fim a intuição, que é o nosso 6º sentido e que está conectado ao invisível, ao nosso imaginário e também ao lado oculto da vida. O sentido da intuição está ligado aos restantes 5 sentidos e, quando o 6º sentido está equilibrado e está bem orientado a nossa vida corre realmente bem.

O aqui e agora, ou o tempo ao qual denominamos de Presente, é realmente um presente, uma dádiva. Se recorrermos ao dicionário, o significado e os sinónimos desta palavra têm este significado e outros tantos, tais como: oferta e prenda. E realmente é verdade, o estado Presente é realmente uma prenda.

Mas... é uma prenda de quem, de onde veio?

Para mim tem vários nomes: Deus, universo, etc., mas cada qual chama-lhe como quiser, até porque Ele tem muitos nomes. Porém, isto do nome a atribuir ao Criador Universal não tem qualquer importância, é apenas um detalhe e não é para falar acerca do nome Dele que estou a escrever este artigo. Isto foi um pequeno à parte.

Se pensarmos bem acerca do tempo: Passado, Presente e Futuro compreendemos que o único tempo que temos é o Presente, o aqui e o agora, o real e vivido. O tempo Passado de facto, não existe. Existiu e vivêmo-lo, mas já não existe mais. A única coisa que temos é uma memória, que nos trás nostalgia, saudades... Se as recordações tiverem sido boas, sorrimos e muitas vezes também choramos. É no Presente então que descobrimos o que é a Felicidade e a Tristeza. No Presente, no aqui e agora, percebemos que fomos muito felizes e então descobrimos o sentimento da tristeza, porque simplesmente queremos voltar aquele momento e não podemos. Esse tempo pertence ao Passado... Como não existem máquinas para fazer viagens no tempo, quase automaticamente começamos a pensar nas coisas que queremos e pensamos no Futuro. Fazemos planos, sonhamos e projectamos. Depois vem a parte difícil, que é esperar e é aí que descobrimos novos sentimentos: obsessão e ansiedade. Quando isto sucede nem nos apercebemos que estamos mais uma vez fora do tempo que devíamos estar, o Presente e que novamente, estamos a viver um tempo que não existe: o Futuro. Este tempo também não existe, tal como o Passado. O Passado e o Futuro, são tempos opostos. No tempo Passado temos consciência do que já tivemos e que podemos ter perdido, temos consciência dos momentos vividos que, logo no estado Presente já não temos, ou então aquilo foi mudado. Com isto não quero dizer que isto é uma coisa negativa, até porque pode ter sido uma coisa negativa no Passado que, no Presente se altera gradualmente e no Futuro transforma-se numa coisa positiva. Porém, o Futuro é sempre incerto e tem uma infinidade de possibilidades de coisas que podem acontecer, ou não, embora eu goste de acreditar que acontecem e que são acontecimentos positivos. Tudo está em aberto.

Sendo assim, vamos lá viver neste tempo, porque viver no Passado, ou no Futuro desgasta-nos a alma e o corpo acaba por adoecer. Estamos no Presente e é neste tempo que temos de viver, de estar e de sentir, é então que os nossos sentidos ficam mais desenvolvidos também.

Viver no Presente é estar em comunhão e em sintonia com o Universo. E é quando vivemos no Presente e temos essa consciência, que nos unimos ao Universo e abrimos as portas para o Futuro.

Cris Henriques

sábado, 25 de agosto de 2012

O Passado


Imagem aqui.

Quando uma pessoa se começa a interessar em desenvolver a sua espiritualidade, uma das primeiras coisas pela qual ela começa a sentir-se atraída e pela qual sente curiosidade em descobrir, é as suas vidas passadas. Saber quem foi, em que época esteve, em que país viveu, etc. Muitos acreditam terem sido nobres, pessoas importantes e influentes, com grande status social, outros acreditam terem nascido em corpos de personalidades históricas que ainda hoje em pleno século XXI são admirados e conhecidos pelo grande público em geral.

No entanto, ninguém pensa que possa ter sido um assassino, um mercenário, um inquisidor fanático e cruel, uma feiticeira adoradora do demónio, ou mesmo uma pessoa mais humilde como um escravo vindo de outro pais, um pedinte, uma prostituta da babilónia, etc. Mas todos nós já passámos por tudo isto e se ainda não passámos, então certamente, iremos passar por isso em algumas vidas futuras. É meramente uma questão de tempo.

Fazer regressões tanto pode ser uma experiência muito positiva, quanto negativa. Na verdade, ninguém sabe o que vai encontrar no baú do seu passado, pelo que esta prática que pode parecer uma coisa tão simples pode não ter um final feliz... Existem experiências que por terem sido tão traumáticas, o nosso consciente não quer relembrar e que depois de serem recordadas e intensamente vividas, podem deixar-nos profundamente perturbadas(os) durante muito tempo, ou em alguns casos mais graves o resto das nossas vidas, sendo necessário recorrer a uma forma de ajuda especializada.

Imagine por exemplo que é feliz a nível sentimental e que tem o relacionamento que sempre idealizou ter, o relacionamento perfeito. Essa pessoa é carinhosa consigo e de cada vez que a vê, é invadida por um maravilhoso sentimento de amor. Sente inclusivamente que são almas gémeas e nem pensa em ter outras pessoas, porque este ser preenche-a inteiramente.

Agora suponha que faz uma regressão para satisfazer a sua curiosidade e os momentos que vê, não são exactamente como tinha imaginado, pois esses momentos que consegue ver são de extrema violência, um verdadeiro cenário de terror! Afinal o grande amor da sua vida actual, é um criminoso sem escrúpulos e sanguinário que mata só pelo seu próprio prazer de matar e que na cena que vê, ele está a matar barbaramente, o vosso filho desta actual vida.

Como se sentiria?

E noutra regressão, você e ele são pai e filha, mas você é o pai que abusa sexualmente da filha, que é ele na sua vida actual. As revelações que teve foram de tal forma violentas que você decide pôr termo à regressão e sai do consultório o mais rapidamente possível, pois tudo o que quer é sair dali, não voltar lá mais e esquecer tudo o que viu.

No entanto, não consegue deixar de pensar no que vivenciou ao fazer a regressão e sempre que ele olha para si, lembra-se de tudo. De noite tem pesadelos e dentro de si, começam a surgir sentimentos diferentes do que sentia anteriormente. Por um lado sente raiva, ódio e revolta por ele ter morto o seu filho de uma forma horrível, que agora é vosso. Por outro lado, sente culpa por ter cometido abuso sexual de forma continuada naquela vida passada em que fora seu pai e assim o seu comportamento, vai alterando e as discussões tornam-se constantes entre vocês, até que acabam por se divorciar pondo fim a um amor que poderia ter trazido felicidade a ambos o resto da vossa vida...

Numa situação destas, vale a pena conhecer as suas vidas passadas?

Claro que a situação que descrevi aqui, é meramente ficção mas, contudo, não é impossível de acontecer.

Fazer regressões é uma coisa que requer muita responsabilidade e não deve ser realizada apenas por curiosidade, pois nunca se sabe o que podemos descobrir acerca de nós e das pessoas com quem nos relacionamos.

Deve-se fazer regressões com alguém por perto, como por exemplo, com um terapeuta que saiba conduzir a regressão e nos possa ajudar a recuperar, na eventualidade das pessoas ficarem perturbadas.

Já se questionou porque é que quando reencarnamos nunca nos lembramos das vidas anteriores?

Claro que há casos de pessoas que se recordam, mas isso são casos excepcionais, ou em situações temporárias. As crianças servem para este exemplo, porque elas recordam-se da sua vida anterior e também das pessoas que lhes são próximas, lembrando-se dos seus familiares, sobretudo dos seus pais e irmãos. Esta lembrança perdura aproximadamente até 3 anos de idade. Experimente perguntar ao seu filho de tenra idade quem ele era quando era grande e verá a resposta que ele lhe dará. Também lhe pode perguntar o que é que vocês eram um ao outro e ele responderá muito naturalmente.

Não nos lembramos quando somos adultos porque se nos lembrássemos, teríamos mais dificuldade para limpar o nosso karma, principalmente em relação aos nossos relacionamentos. O tempo que ficamos do outro lado antes de reencarnarmos novamente, serve para esquecermos e para nos reequilibrarmos. Ao ficarmos privadas(os) dessas lembranças, ficamos com maior capacidade para perdoar. Perdoar tem a ver com esquecer, se não perdoamos também não conseguimos esquecer.

Quando reencarnamos após uma vida de grande violência e sofrimento, precisamos esquecer porque geralmente, vamo-nos relacionar com o nosso agressor, ou com a nossa vítimas e essa pessoa na vida presente pode ser uma pessoa boa para connosco agora, ou nós para com ela. Desta forma resgatamos o karma que temos com ela. Mas se tivéssemos consciência do passado, o perdão e o karma seriam muito difíceis de serem realizados.

Existem também as regressões espontâneas, estas acontecem de várias formas, como através de sonhos ou através da meditação com visualização criativa. Isto quando sucede é porque realmente existe algo numa vida do passado que precisamos de saber, portanto, este tipo de regressão é considerada positiva. Destas, já fiz algumas vezes e não foram propriamente experiências negativas, antes pelo contrário. Ajudaram-me muito.

Alguns psiquiatras Hipnoterapeutas, já usam a regressão para tratar certos problemas de saúde, tais como as fobias. Um exemplo disso é o Dr. Brian L. Weiss Ph. e MD nos Estados Unidos da América e é também autor de diversos livros que divulgam a sua inovadora terapia de regressão a vidas passadas como método de cura.

Acredito que este tratamento seja eficaz e aprovo que se façam regressões com esta finalidade. Portanto, tenham presente na vossa mente que regressões não se deve fazer para conhecer o passado por curiosidade.

Cris Henriques

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Superpoderes e Mediunidade


Imagem aqui.

Em português o filme Sky High intitula-se “Escola de Heróis” e eu vi-o este fim-de-semana. Este filme conta a história de uma família de super-heróis, pai, mãe e filho. No filme havia também mais famílias de casais em que ambos eram super-heróis e de super-vilões, ou um dos indivíduos era super-herói e o outro era super-vilão. Os filhos destas pessoas nasciam igualmente com superpoderes, que umas vezes se manifestavam na infância, ou na adolescência. Independentemente de serem filhos de super-heróis, ou de super-vilões, todos iam à escola que ficava no Céu. A escola chamava-se Sky High, e era o primeiro e único liceu para miúdos com poderes sobre-humanos, onde atravessavam a puberdade a lutar contra o crime, usando e desenvolvendo os seus superpoderes, mas também onde optavam por ter uma identidade de super-herói ou de super-vilão, ou seja a célebre escolha do Bem e do Mal, que são efetivamente as mesmas escolhas que fazemos ao longo das nossas vidas.

Gostei muito do filme, apesar de ser um filme para crianças e para adolescentes. Mesmo sendo fantasioso este filme fez-me reflectir, acerca da espiritualidade e da mediunidade. Eu encontrei uma ligação deste filme com a realidade que vivemos e desenvolvi uma teoria, que se relaciona perfeitamente enquanto Espírito Desencarnado no Mundo Espiritual e como Espírito Encarnado no Mundo Material.

Quando reencarnamos, nascemos com uma Missão e com Dons Espirituais para desenvolver. São estes os nossos Superpoderes e temos sempre o nosso Livre Arbítrio que Deus Pai, O Criador nos presenteou quando nos criou à sua imagem e à sua semelhança. O Livre Arbítrio foi-nos atribuído de forma a desenvolvermos responsabilidade e maturidade, fazendo com que tenhamos liberdade perante as nossas escolhas e opções. Claro, que nem sempre optamos pela opção certa e nem os nossos actos são sempre os mais corretos, caímos em erro devido à nossa imaturidade. Porém, é com os erros que aprendemos e para compreendermos que errámos temos a Lei da Causa e de Efeito. Esta é também a escolha e a luta do Bem e do Mal. Esta é a luta constante e a nossa escolha é testada por períodos de 7 em 7 anos, que são os semi-ciclos de Saturno, o grande professor, ou como se diz na doutrina Espírita a Lei da Causa e de Efeito.

As nossas escolhas são previamente feitas até aos 7 anos de idade, a nossa primeira infância. Até esta idade, muitos de nós estamos muito ligados aos nossos Anjos da Guarda e Guias Espirituais, Espíritos de Hierarquias Superiores, porém, também somos contactados por Espíritos Inferiores. Os Espíritos de Hierarquias Superiores, aconselham-nos para o Bem, para o Amor. Os Espíritos Inferiores, inclinam-nos para o Mal, tentando-nos e seduzindo-nos. Dependendo da nossa evolução espiritual, nós escolhemos o que trazemos da nossa essência e dos ensinamentos de vidas passadas.

Assim, os nossos superpoderes é a nossa Mediunidade e conforme sejam as nossas escolhas, devemos aprender a usar os nossos superpoderes sabiamente. Nascemos com tais superpoderes para usá-los em prol do Bem, ajudar os mais carenciados.

Existem vários tipos de Médiuns, uns são curadores, sensitivos, clarividentes, sonambúlicos, incorporativos, telepatas, psicógrafos, os que têm sonhos proféticos, etc. Se formos Médiuns Curadores, devemos fazer terapias de cura nos enfermos, ou nos doentes. Se formos Médiuns Psicógrafos, devemos canalizar as mensagens que recebemos dos Espíritos e divulgá-las de alguma forma se for do interesse público, pois essa é a nossa Missão.

Mas antes de fazermos isso, precisamos descobrir que superpoderes Deus nos concedeu e trabalhá-los, precisamos aperfeiçoar a nossa Mediunidade e usá-los correctamente.
Portanto, conheçam-se a vós mesmos e avaliem que tipos de superpoderes possuem. Depois, façam a vossa opção e vejam se vão ser super-heróis, ou super-vilões

Eu já fiz a minha escolha!

Espero-vos cá deste lado!

E que as forças do Bem e do Amor estejam connosco.

Abraços,

Cris Henriques

sábado, 28 de janeiro de 2012

Elas Não Matam Mas Moem

Imagem no FreeFoto.

Sou uma pessoa muito meditativa, contemplativa, observadora e, sobretudo analítica. Passo a maior parte do tempo a pensar e a analisar as situações que surgem pelo meu caminho.
Quando os desgostos de amor são tema de conversa, há sempre alguém que diz que o amor não mata, ou que essa história de que morrer por amor, não existe. São apenas histórias e contos de livros românticos que alguém muito “lamechas” escreveu num dia em que estava com “dor de corno”, como diz o povo em Portugal.

Pois bem, eu discordo plenamente e tenho experiências que provam o contrário. Senão, vejamos...

Em relação aos desgostos de amor, por exemplo, quem nunca os teve?

Quem nunca passou por isto?

Quem nunca teve um amor não correspondido?

Quem nunca teve um amor platónico?

Quem nunca teve um amor proibido?

A maioria das pessoas já passou por estas situações e sofreram com elas. Creio que nós lésbicas, temos mais predisposição para estas situações que as outras pessoas em geral. Eu por exemplo, já passei por todas estas situações. No entanto, sinto-me uma pessoa com muita sorte por ter tido o privilégio de ter passado por estes momentos menos bons.

Já notaram que quando passamos por situações conturbadas é que nós conseguimos aprender alguma coisa na vida?

Já pensaram que só assim questionamos a vida e entramos na "onda" dos porquês?

Porém, há quem tenha uma atitude muito diferente, fazem-se de vítimas e vestem a capa da autopiedade. Passam a maior parte do tempo a reclamar com as pessoas que as rodeiam, a queixarem-se de tudo e a culparem os outros. Não vêem que na vida tudo é passageiro. Não entendem que todas as situações, por mais penosas que sejam e cujas quais passámos, foram escolhas nossas que foram feitas para que evoluíssemos espiritualmente.

Quando foi que escolhemos?

Momentos antes de reencarnarmos. Nós escolhemos tudo, tudo. Desde o sexo, ao corpo, mas também o local de nascimento, os pais, a família e claro, o karma que devemos resgatar. Deus Todo Poderoso, Criador do Céu, da Terra, do Universo e de todos os Seres, na sua infinita sabedoria ofereceu-nos o Livre Arbítrio. É assim que aprendemos, errando, acertando e depois ensinando.

Assim, todos os relacionamentos são karmicos e todos eles nos ensinam algo. Porém, na verdade, existem pessoas com as quais o karma é menos problemático e então temos mais facilidade para nos relacionarmos com elas. Ainda bem, não é? É que senão, o processo de aprendizagem da reencarnação seria bem mais penoso.

Sem obstáculos não reflectimos, não criamos objectivos e nem questionamos a vida. Os desafios foram criados para serem contornados e vencidos, porque sem eles não chegamos a sentir o verdadeiro amor. Não o reconhecemos. Não o valorizamos e nem valorizamos quem está ao nosso lado.

Então, vamos agradecer em vez de nos queixarmos tanto. Afinal, tudo faz parte da nossa aprendizagem espiritual.

O problema é quando esses problemas não chegam a passar, quando esses momentos de crise se transformam em problemas de saúde. Por exemplo, os desgostos de amor transformam-se em problemas cardíacos. Fiquei consciente disto quando pus fim a um relacionamento, não tive qualquer outra opção. Os momentos com aquela mulher por quem nutria tanto amor, estavam a acabar com a minha alegria. Estavam a acabar comigo, com o meu bem-estar e com a minha serenidade. Assim, o fim do relacionamento foi a solução mais sensata. Sofri durante meses, mas hoje tenho o discernimento para compreender que foi o melhor que fiz. No fim da relação o sentimento de ciúme, posse, mágoa, ansiedade e desilusão eram predominantes o que fizeram com que eu desenvolvesse uma arritmia cardíaca e outros problemas, tal como retenção de líquidos.

Os meus estudos iniciais acerca de PNL - Programação Neuro Linguística, conduziram-me a esta interessante conclusão. Os livros de Auto-Ajuda são ferramentas valiosas para nos auxiliarem e abrirem a nossa mente para a espiritualidade. Portanto, concluo que as mazelas de amores conturbados não nos matam, mas moem. Os desgostos de amor não matam repentinamente, mas sim lentamente.

É uma morte lenta!



Cris Henriques

Barreiro, 15 de Agosto de 2011



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