“Esse corpo de mulher,
É a minha perdição.
És o meu malmequer,
Perfumando meu coração.
Mal-me-quer, bem-me-quer…
Desfolho a flor, então.
Exaltando o teu ser,
Com a minha paixão.
Como a abelha recolhe mel,
Preenches-me com teu amor.
Pintando este meu céu,
Com todas as tuas cores.
Esta natural doçura
Que já nasceu contigo,
Envolve-me na loucura
Ao fazeres amor comigo.
«Faz amor comigo,
Ama-me intensamente!»
Segredas-me ao ouvido
Desejando-me ardentemente.”