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terça-feira, 8 de abril de 2014

Impaciência e Independência

Reflexão, Vida, Liberdade, Infância, O Que O Meu Coração Diz, http://oqueomeucoracaodiz.blogspot.com/, Cris Henriques
Imagem da Microsoft, editada por Cris Henriques


Algumas pessoas na impaciência de crescerem e de se tornarem adultos, anseiam pela independência e pela liberdade. 

sábado, 8 de setembro de 2012

ENTREVISTA NO BLOG RECANTO DOS AUTORES

 (A minha primeira entrevista Online)

RECANTO ENTREVISTA CRIS HENRIQUES
(Anne Lieri)


Poesia de Cris Henriques

Cris, onde vc nasceu e onde mora hoje?

Olá Anne! Antes demais quero dizer que é um prazer dar esta entrevista para o Recanto de Autores.

Nós é que agradecemos, Cris!


Igreja de Santa Cruz – Barreiro

Iniciando a entrevista, eu nasci em Portugal na Cidade do Barreiro.



Conte um pouquinho de sua família e de sua infância para nossos leitores.
Bem, minha família é o meu apoio. Sobretudo a minha Mãe, irmão e avó. Eles são o meu pilar.


Bolo feito pela mãe da Cris, Idália Henriques

A minha infância foi positiva, gostava de brincar com os meus brinquedos e com os meus amigos, mas além disto, passava meu dia a ler, a desenhar. A minha Mãe, Idália Henriques, sempre me incentivou a gostar de livros, pois havia sempre um livro entre os meus brinquedos. Eu ficava feliz e lia rapidinho. Mais parecia que devorava os livros. Sorriso



Fale sobre a escritora Cris Henriques. Quando e como começou a escrever? O que você mais gosta de escrever? 
 
Continue lendo...

A escritora Cris Henriques, “nasceu” quando escrevi um conto erótico para uma revista feminina portuguesa, a Ana e foi publicado. A única alteração que fizeram foi no título, mudaram-no para uma coisa mais sensual. Eu tinha-o intitulado “A Surpresa” e eles chamaram-no de “Orgasmos Múltiplos”. Fiquei feliz e muito surpreendida pelo meu primeiro conto ter sido escolhido entre tantos!
O que mais gosto de escrever é poesia amorosa.



Como surgiu o seu livro? O que a motivou a escrever?

O Que O Meu Coração Diz, surgiu de forma natural, em Junho de 2006. Foi quando me apaixonei e comecei a escrever poesia para o meu Amor.
Foi isto que me motivou e ainda me motiva a escrever. Escrever para o meu Amor, com todo o amor que vibra no meu coração.
Todas as poesias contidas no livro são dedicadas ao meu Amor, pois é a minha fonte de inspiração. Quando se ama não são necessárias provas, mas devemos sempre ter pequenos gestos que mostrem àquele ser tão especial como é importante na nossa vida.



Deixe o link  onde possamos encontrar o seu livro.

São dois links. O link do livro em papel é este:




O link do livro em Ebook:



Poesia de Cris Henriques

E seu blog como surgiu? Fale um pouco sobre ele e deixe um link.

O meu blog surgiu depois de publicar o livro. Por esse motivo dei-lhe o mesmo nome: O Que O Meu Coração Diz. É lá que escrevo algumas poesias que estão contidas no livro, escrevo contos e prosas de amor. Mas também escrevo textos que falam de espiritualidade e autoajuda. O blog, é o local onde abro o meu coração. Assim, o nome “O Que O Meu Coração Diz” é bem adequado.




Música preferida.

Tenho várias, as minhas preferências musicais são muito ecléticas. No entanto, vou dar preferência ao nacional. Escolho a banda portuguesa: Azeitonas – Anda Comigo Ver Os Aviões



Cor preferida.

Tenho três: Azul, vermelho e preto.



Animal preferido.

Cão e gato.


Foto de Cris Henriques

Lugar preferido.

Todos os que me fazem sentir bem. Adoro praia.



Flor preferida.

Rosas vermelhas.


Foto de Cris Henriques

Uma poesia sua.

O Teu Olhar

“Olhar de mulher forte,
Que sabe o que quer,
Determinada.
Porém, impulsiva
É o teu olhar.
Olhar penetrante,
Doce e terno,
Carinhoso,
Olhar sincero
Às vezes selvagem e fogoso.
Olhar indomável,
Perigoso,
Assim é o teu.
Olhar que queima e me mata,
Olhar que me trespassa,
Mas puro,
O teu olhar é o meu porto-seguro.”


Poesia de Cris Henriques

Uma frase para nossos leitores.

“A saudade e o amor são almas gémeas. Sem saudade, não conhecemos o Amor. Sem amor, não conhecemos a saudade.”

Cris Henriques



Muito obrigada Cris, pela gentileza de sua entrevista!   
Descobri que a Cris também entende de Astrologia e já quero deixar um convite para vc voltar ao Recanto numa postagem sobre esse assunto!
Adorei conhecê-la melhor e desejo que tenha muito sucesso com seu lançamento e continue sempre nos encantando com suas belas poesias!

Beijos da Anne!


P. S. - Esta entrevista foi realizada no Blog Recanto dos Autores aceda aqui.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Sonhos

“Vejo-te nos meus sonhos sorrindo para mim,
Que sorriso lindo e sincero é o teu…
Trazes no olhar a pureza e a doçura,
A paixão e o amor que o teu corpo procura…


Que encontras no meu beijo,
Nos meus olhos que temes olhar,
Nos meus braços que não são para ti amarras
Mas a liberdade que anseias encontrar.”


Cris Henriques

Livro: O Que O Meu Coração Diz



Sonhos

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Liberdade

Olá a todos!

Hoje cumprimento e saúdo a quem me visita frequentemente, mas também a quem vem aqui de passagem e já não volta mais. Entendo que a vida é apenas uma passagem, repleta de encontros, desencontros mas também de reencontros. Isto tanto se refere a lugares que se visitam, como a relacionamentos entre pessoas. Por mais que tentemos ser livres e sem nos relacionarmos afectivamente com alguém, acabamos sempre por nos envolvermos. É inevitável, acontece a todos e geralmente até aos mais convictos.

E porquê?

Porque todos nós fomos concebidos para amar e para procriar. No entanto, existe muito boa gente que confunde o Amor com a Posse. Logo que se envolvem com alguém, tentam "agarrar" quem amam. Tentam controlá-la das mais diversas formas, querem saber com quem elas estão, ou com quem estiveram, para onde elas foram e para quê! Isto não é amor, é doença e deriva da insegurança, abrindo a porta para os ciúmes. O resultado de uma relação como esta tende a acabar, pois a pessoa cansa-se e termina tudo. Sente-se sufocada e quer libertar-se para voar.

Claro que quando passamos por uma experiência alucinante em que fomos possuídos inteiramente por alguém, às vezes adquirimos o medo do compromisso e exageramos, tornamo-nos libertinos e andamos a voar de "flor-em-flor" em busca de mel e sedentos de novos sabores... Na minha opinião, amar é libertar quem amamos. Essa pessoa voltará sempre para os nossos braços, mais cedo ou mais tarde porque nós somos o seu porto-seguro.

(Clica na fotografia para ampliar e puderes ler melhor a poesia.)


Este é mais um poema do meu livro de poesia: O Que O Meu Coração Diz, pertence ao Capítulo 1 - Amor e chama-se Liberdade. A fotografia foi-me cedida pela minha amiga minhota Susana Alves que a tirou quando esteve de férias na Suíça. Creio que é perfeita para falar da liberdade. Susana, obrigada pela foto. Como sempre captas o momento certo, mais uma vez o fizeste nesta foto. Quanto à musica elejo Queen - I Want To Break Free, relembrando uma das vozes mais sonantes da música Pop/Rock Freddie Mercury. Adoro esta música, fala de Liberdade.

No entanto, a liberdade de que falo na poesia tem a ver com aquela liberdade de se poder estar em público com a mulher amada sem que sejamos criticadas, mal-faladas, ou julgadas pela sociedade por amarmos alguém do mesmo sexo que nós. Graças a Deus que o casamento foi aprovado, agora falta apenas uma etapa que é termos o direito a adopção.

Este é um assunto actual que gera muita polémica e divergência de opiniões... Os mais "incultos", chamemos-lhes assim para não ferir susceptibilidades -, discordam das nossas capacidades para educarmos crianças e incutir-lhes valores, valores estes que nos foram transmitidos pelos nossos pais que são heterossexuais e regem a nossa sociedade. Dizem que se tivermos direito à adopção as nossas crianças irão copiar e seguir o mesmo modelo de vida optando pelo nosso padrão, tornando-se gays e lésbicas também. Outros ainda, dizem que as crianças precisam de crescer num ambiente estável, tendo pai e mãe para terem os modelos de referência masculino/feminino.

Ora bem, tal como o diz o meu irmão e passo a citá-lo: "As opiniões são como os cús, toda a gente tem um!" - analizando esta questão, eu penso que não será por um casal de lésbicas por exemplo adoptar uma criança, que ela optará por ser gay também, até porque, quando uma criança nasce já tem consciência da sua opção sexual. Eu sempre tive certeza do que sou e do que queria para a minha vida, desde que tive consciência da minha existência e não cresci numa família gay, os meus pais são heterossexuaiis puros. A minha família é tradicional e o meu pai é muito austero.

Em relação a uma criança crescer, ser educada por um pai e por uma mãe para terem o modelo masculino/feminino, não concordo porque nem sempre se faz desse pai ou dessa mãe os nossos modelos, opta-se por um avô, por exemplo, foi assim que eu fiz. Além disso, nem todas as crianças têm a possibilidade de fazer isso, porque por vezes já nascem sem um dos dois pais.

Quanto a crescer-se num lar estável e equilibrado, acho muito difícil e não compreendo o significado desta expressão... O que significa exactamente isto?

Nada é perfeito e nisto inclui-se as famílias. Um lar perfeito, - pondo as opções sexuais de lado, - seria a meu ver: muito amor, paz, alegria, companheirismo, respeito, dialogo, apoio e compreensão entre o casal. Não haveria domínio de um sobre o outro, não haveria violência doméstica, nem agressões verbais.

Onde é que existem lares assim?

Alguém conhece?

Eu não conheço nenhum, mas se alguém tiver conhecimento agradeço que me diga. Gostaria que este tipo de lar existisse. Adoptar uma criança não é uma brincadeira, é uma coisa muito séria e de muita responsabilidade. Não deve ser feito por capricho, ou para submeter alguém a ficar connosco. Isto também serve para quem engravida para prender alguém a si própria, ou para salvarem um casamento. Tal coisa não existe, é uma ilusão que com o tempo se tornará em desilusão e acabará. A finalidade disto é exclusivamente, para a satisfação do seu Ego pessoal. Uma criança deve ser gerada e criada num ambiente onde haja amor. Isto é das coisas mais importantes, só a seguir vem o lado material. Porque com amor tudo se cria, este vence todas as batalhas. Penso que é mais salutar para uma criança crescer num lar homossexual, do que viver em orfanatos e noutras instituições, para serem submetidas a certos senhores tarados para as suas sevícias sexuais.

Lembrem-se de casos como o da Casa Pia. O processo está prestes a prescrever e os culpados voltaram às suas vidas normais, sem terem consciência do mal que fizeram e considerando-se eles próprios umas potênciais vítimas, ainda por cima!!! Provavelmente esses senhores continuam a cometer o horrendo crime de pedófilia...

Pensem nisto!

Despeço-me com um volto já!

Beijos para quem partilhar da minha ópinião e para todas as pessoas que me amam como eu sou, principalmente a minha Mãe. Amo-te muito Mammy. Obrigada por me educares, por seres como és e por seres a minha Mammy.

Cris Henriques

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