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quarta-feira, 27 de março de 2013

Quais os 2 melhores e piores poderes que poderia ter?


Blogagem Colectiva produzida por:
Patrícia Galis
 
Realizada no blog:
 
Tema:
Quais os 2 melhores e piores poderes que poderia ter?
 
Olá a todos!
 
Como é do conhecimento de alguns amigos e seguidores do blog, fui sido forçada a estar temporariamente sem aceder ao blog e às suas interactividades, devido a graves problemas informáticos. Assim, regresso hoje às blogagens colectivas da minha querida amiga +Patricia gentileza  que tanto me apraz.
 
O tema escolhido para esta semana é: “Quais os 2 melhores e piores poderes que poderia ter?” – e, confesso que tive de pensar um pouco acerca do assunto, pois foi difícil escolher, principalmente, os poderes bons. Recentemente, escrevi uma reflexão acerca dos Superpoderes, que quem quiser ler clique aqui.
 
Na minha visão, ter poderes, ou superpoderes está relacionado com a mediúnidade, aos quais são geralmente conhecidos como Dons Espirituais que, provêm das virtudes e do bem que foi feito por nós noutras existências passadas. Os maus poderes, têm a ver com os nossos defeitos, ou do ponto de vista religioso, com os nossos pecados.
 
 
Então, se pudesse escolher dois poderes escolheria o poder de psicografar mensagens de entidades divinas, ou do meu Guia Espiritual para ajudar a humanidade na sua evolução espiritual.

*Psicografia (do grego, escrita da mente ou da alma), segundo o vocabulário espírita, é a capacidade atribuída a certos médiuns de escrever mensagens ditadas por Espíritos.
 
 

Um segundo poder que gostaria de ter chama-se clarividência e  com este Dom, poderia ver a aura das pessoas. No caso delas não se encontrarem bem de saúde, poderia detectar esse desequilíbrio. Então, poderia ajudar a pessoa a equilibrar o seu campo energético alinhando os seus chacras, ou campos de força como se diz na Doutrina Espírita.
 
Quanto aos piores que não gostaria de possuir, são conhecer o futuro e ter a capacidade de dominar os outros mentalmente.
 
Penso que isto seria muito confuso e perigoso, pois não se pode evitar o que está no nosso destino. Só Deus o pode impedir.
 
Em relação ao controlar os outros, é igualmente perigoso. As pessoas não são robots e ter este poder, originaria, certamente abusos de poder.
 
***
 
Esta foi a minha participação na blogagem colectiva do Café Entre Amigos, da amiga +Patricia Galis. Inicialmente, tinha pensado escrever um conto e até o comecei, mas não consegui acabá-lo atempadamente. Posteriormente, quando o terminar posto-o aqui. Quem estiver curioso e estiver interessado em ler, sugiro que siga o meu blog, ou assine a Newsletter do blog para ficar a par das actualizações do O Que O Meu Coração Diz.
 
Abraços,
 
Cris Henriques

terça-feira, 26 de março de 2013

Luz Rosa


Olhando-te nos olhos,
Sorrio para ti.
Deixo que a energia rosa surja,
Ela envolve-nos em si.
Mas que energia é essa?
Porque ela rosa e suave?
É a energia do Amor,
Pois só ele é real,
Isto é verdade,
Esta energia faz milagres.
E essa luz altera-se,
Um coração ela forma.
Com contornos azuis,
Nosso ser ela toma.
Rosa e azul,
São duas cores puras,
Cores nobres que nos unem.
Sob o testemunho da lua,
Nosso amor fortalece-se,
O vento sopra de norte,
Nosso corpo estremece.
 
Cris Henriques

segunda-feira, 25 de março de 2013

Inocência


Amo-te na inocência,
Usando mais o sentir...
Muito menos o pensar,
Não há controlo algum!
Meu coração eleva-se,
Enriquece-se perto de ti.
Sinto-me então no paraíso
Com tamanha felicidade,
Vibrando de emoção
Entre sonhos realizados.
Isto, porque estás aqui,
Seguras na minha mão.
Na inocência do sentir
Este amor é bem maior
É teu amor, meu amor
E o meu, também é teu.
 
Cris Henriques

quinta-feira, 21 de março de 2013

Escrever



Escrever é por si só uma libertação.
Não importa se escrevemos em poesia,
Prosa, história, conto, ou reflexão,
Escrever com alma traz-nos harmonia.
 
 
Um escritor escreve sempre sobre si;
Com quem se relaciona, com quem ama,
Deixa seu coração falar, exprimir-se,
Escreve com profundidade meio insana.
 
 
Escrever sem paixão, sem sentido,
É como navegar num mar à deriva.
Que ruma sem emoção, ou objetivo;
Esquecendo-se da sua vida perdida.
 
***
 
A imaginação de um autor não deve ficar condicionada no que toca a divulgar o seu trabalho. Impor-lhe limites face à sua imaginação, é o mesmo que aprisiona-lo e adulterar a sua maneira de ser e, de se exprimir.
 
***
 
Hoje é 21 de Março, Dia Mundial da Poesia e este post, é dedicado a todos os autores e poetas.
 
Quem tem alma de poeta encontra a poesia onde quer que esteja, onde quer que vá. Deus é um grande poeta, pintou com belas cores a nossa natureza. Então, contemple o mundo que vê. Inspire e expire poesia, inspirem-se meus amigos.
 
Abraços,
 
Cris Henriques

quarta-feira, 20 de março de 2013

Chocolate Quente

 
O frio era muito intenso naquela noite, o termómetro dentro do táxi indicava que lá fora estavam uns gélidos três graus negativos. Precisava de beber com urgência algo quente, estava muito desconfortável. O que me tinha passado pela cabeça em apanhar o comboio até à cidade mais fria do pais?
 
Nunca gostara de frio e nem conseguira suportá-lo, adoecendo frequentemente no inverno. No entanto, a chama da saudade ardia dentro de mim. O amor levou-me ao frio infernal. O amor era a resposta para tudo, o caminho para a felicidade, o sentido da vida. O amor tinha-me levado ali e eu tinha esperança que me levasse até a ti.
 
Olhei pela janela e observei. A cidade era muito bonita, as luzes iluminavam as ruas, as pessoas cumprimentavam-se com simpatia e afabilidade. Não pareciam ser desconfiadas e nem rudes, como em Lisboa. Ali tudo parecia diferente, sentia-me noutro mundo. Estava maravilhada. O taxista, parecia um guia turístico indicando museus e relatando acontecimentos históricos passados na cidade.
 
─ O que faz por cá? Negócios? Laser, amor…? ─ Perguntou-me o motorista, fitando-me pelo espelho retrovisor.
 
Quando o taxista pronunciou a palavra “amor”, corei súbita e inesperadamente. Seria tão óbvio assim?
 
─ Veio por amor, então? Muito bem.
 
Baixei os olhos e permaneci em silêncio. O embaraço que sentia era evidente… O taxista continuou.
 
─ Sabe, isso é muito bonito, seguir o que o seu coração lhe diz. Existem poucas pessoas românticas actualmente. Hoje em dia, estas pessoas estão bastante mais focadas com o seu trabalho, com a carreira profissional, com o dinheiro, etc. O amor e a família ficam para segundos, ou mesmo para terceiros planos. Já nem ouvem a voz do seu coração. É triste…
 
─ O senhor, é romântico ─ afirmei, tentando que ele se concentrasse na sua vida e não na minha.
 
─ E a menina, não é romântica?
 
─ Sim, penso que sim…
 
Então, ele continuou. Falou do seu casamento, das crises matrimoniais, dos filhos, netos, etc.
 
Eu continuava em silêncio, ouvindo-o. Depois, começou a dar-me conselhos de amor e de como poderia fazer para que o nosso amor resultasse. Era espantoso como aquele homem sem me conhecer, estava a acalmar-me e a dizer o que precisava saber para que conseguíssemos ser felizes e, o mais engraçado era que eu não precisava dizer uma única palavra, ou fazer qualquer tipo de comentário! Ele parecia já saber! Muito interessante mesmo...
 
─ Manter um relacionamento não é fácil, mas olhe, quando existe amor verdadeiro, deve-se lutar. Olhe que merece a pena todos os sacrifícios, todas as lutas, pois só assim se aprende a amar verdadeiramente.
 
Na tentativa de novamente mudar de assunto, perguntei-lhe se conhecia algum local onde se servisse chocolate quente. Precisava aquecer-me com urgência e imediatamente, ele levou-me até lá. Paguei a trajectória e saí para beber o chocolate quentinho, ia saber-me mesmo bem.
 
─ Vá com Deus e boa sorte com esse amor. Lute! ─ Disse o simpático do taxista, parando o táxi mesmo à porta da chocolataria.
 
Agradeci, paguei e saí.
 
Sentada na mesa e depois de servida, saboreava o delicioso chocolate quente. A nossa banda que tocava no palco, instigava-me a procurar-te e seguir com o meu plano inicial que era procurar-te, esclarecer todas as tuas dúvidas e ficarmos juntas, finalmente. A própria vocalista olhava-me fixamente e o seu olhar parecia dizer: “Vá, faz isso! Procura-a, vai tudo correr bem. Confia.” Bebi mais um pouco do chocolate quente e peguei no telemóvel, marcando o teu número e então, começou a tocar a nossa música! Que loucura!
 
Atendeste do outro lado e eu disse:
 
─ Estou… Não desligues, apenas escuta o que está a dar… ─ E apontei o telemóvel para a banda, para ouvires a música «Pink Floyd – Wish You Were Here», ─ “Desejo Ter-te Aqui”.
 
No fim da música cantei um pouco para ti, em jeito de serenata e tu, com voz embargada, disseste em português:
 
─ Meu Deus, como eu desejo ter-te aqui comigo… ─ disseste a chorar com saudades.
 
─ Porque estou aqui, na tua cidade!
 
─ O quê?! Como assim, “estás na minha cidade”?
 
─ Sim, cheguei à pouco no comboio e estou a ligar-te da chocolataria… ─ Disse-te onde estava meio com medo, tinham passado 12 anos desde a última vez que tínhamos estado juntas.
 
Separámo-nos devido aos meus ciúmes e percebendo que estava doente, afastei-me de ti. Não queria fazer-te sofrer. Porém, em todo este tempo nunca te tinha esquecido. Amava-te, sim mas graças à psicoterapia, já não estava obcecada por ti.
 
Combinamos, vires ter comigo até à chocolataria onde eu estava. Disseste que chegavas dali a 15 minutos e eu assenti, dizendo que te esperaria. Estava ansiosa, nervosa e insegura com medo que não viesses. Terias alguém…? Esta pergunta ecoava na minha mente vezes sem conta.
 
O meu medo dissipou-se quando te vi entrar e sentares-te na minha frente. Continuavas linda, mais linda que antes. Abraça-mo-nos longamente. “Que saudades de ti”, disse em pensamento.
 
Conversámos muito, foi até a chocolataria fechar. Falámos de tudo, do nosso trabalho, dos nossos projectos, etc. falámos de ti e de mim. Durante a nossa conversa senti que o nosso amor permanecia vivo, ainda me amavas e eu a ti. A maneira como me olhavas, como as nossas mãos se tocavam era reveladora do amor que existia em nós. Neste tempo todo não tinhas tido ninguém e eu também não.
 
Quiseste saber onde estava hospedada e ofereceste-te para me levar ao hotel. No rádio, passava uma música linda que ainda não conhecia. Era a banda Snow Patrol e a música chamava-se The Lightning Strike, ouvi-a com atenção e subitamente, começaste a cantar a canção. Fiquei muito surpreendida, tu não costumavas cantar. Não te conhecia esse gosto pela música. Olhei-te com admiração e também com amor, sim, pois só quando se ama é que se consegue sentir simultaneamente amor e admiração.
 
A tua mão apertou a minha no elevador quando subirmos para o quarto, era como uma promessa de amor que se adivinhava. Estava ansiosa e nervosa, há muito que sonhava em ter-te nos meus braços. Fazia tanto tempo que receava que aquilo fosse um sonho e que, ao acordar tudo desaparecesse, inclusivamente, tu.
 
No entanto, isso não aconteceu. Ao chegarmos ao quarto, tu fechaste a porta e beijaste-me apaixonadamente. Lágrimas de felicidade, molhavam o meu rosto.
 
─ Estás a chorar, desculpa… ─ Disseste confusa olhando-me.
 
─ Sim, estou mas estou a chorar de felicidade. Doeu demais ficar longe de ti, senti tantas saudades. Para mim tu és tudo, o meu Tudo. Amo-te.
 
Sem mais palavras, abraçaste-me e beijámo-nos num misto de paixão e amor. Esse beijo acendeu a nossa chama interior e fizemos amor apaixonadamente, durante a noite toda. Tornámo-nos numa só. Adormeceste abraçada a mim. Sentia-me feliz, agraciada e antes de adormecer pensei que nunca fora tão feliz, nem nunca me sentira tão amada e segura como me sentia ao teu lado. Seguraste-te em mim como se eu fosse a tua pequena jangada e eu atraquei-me em ti, como se fosses o meu porto-seguro.
 
Após sete anos e já casadas, é novamente inverno e estamos sentadas à beira-mar. Estamos a beber um chocolate quente, está frio e observando o nascer-do-sol juntas, olho nos teus olhos dizendo-te:
 
─ És o meu Tudo.
 
─ E tu és o meu. Amo-te, amor. ─ Dizes apoiando a tua cabeça no meu ombro.
 
Fim
 
 
Cris Henriques

*Nota: Este conto foi criado para o projecto do blog Bloinquês na 9ª Edição Musical. Tema: Quando você se segurou em mim como se eu fosse sua pequena jangada.

terça-feira, 19 de março de 2013

A Insónia


Acordei eram 5h52 minutos... Disse que acordei? Não estou muito certa de ter realmente acordado, pois sinto que não dormi nada. Parece que apenas vagueei pela noite com os olhos fechados e as imagens que vi, em vez de sonhos, foram de pensamentos corridos, assim daqueles que aparecem e desaparecem por instantes. “─ O que se passa comigo? -, murmurei em pensamento, “─ Porque não dormi?”.
 
Faço perguntas e mais perguntas, mas da minha mente não obtenho resposta... Estou cansada, ansiosa e inquieta... Porque estou assim? Suspiro e abro os olhos desta vez..., pois é, não dormi, ou se dormi foi pouco, constato, mas fico na dúvida. Sem paciência para ficar assim, nem acordada e nem a dormir, pego no telemóvel e escrevo o que se está a passar comigo escrevendo este texto. Não sei bem porque o faço, mas faço-o.
 
Estarei assim por ter bebido café, ou será porquê então, senão estou com nenhuma preocupação? Oh, sei lá porquê! Não estarei a ficar insone, espero. Decido parar de escrever, pois o sono não parece querer nada comigo hoje. Se não o fizer, com certeza não voltarei a adormecer.
 
Paro de monologar para tentar dormir, ainda tenho umas horinhas, afinal... Não são muitas, mas enfim são algumas. Antes poucas, que nada! Fecho os olhos e espero, pousando o telemóvel na almofada. Bocejo e espero... Faço uma contagem decrescente de números, iniciando em 200. Estou confiante que não chegarei até ao zero antes de adormecer, aproveitando o pouco tempo que me resta e não me engano. Adormeço sem dar por isso e acordo pela manhã 4h30 mais tarde...
 
Como me sinto?
 
Melhor, porém um pouco cansada ainda. Porém, já sei porque não dormi; era pura e simplesmente com saudades de ti. Consciencializei isso quando fui buscar-te ao aeroporto e te vi.
 
─ Sabes o que aprendi hoje?

─ Não, diz lá! ─ Respondeste aproximando-te de mim com aquele teu ar descontraído.
 
─ As saudades causam insónia!

A senhora da limpeza que passava por nós naquele exacto momento, parou perto de nós e disse:
 
─ Desculpem, não pude deixar de ouvir. Sabem quando a saudade causa insónia?

─ Não… ─ respondemos em uníssono.
 
─ É simples, é quando o amor é verdadeiro. Feliz dia de S. Valentim, aproveitem o estar juntas novamente. ─ E dizendo isto, afastou-se.
 
Quanto a nós, seguimos para casa para recuperar o tempo perdido. Esta noite, depois do amor não ficarei insone, porque nos teus braços irei dormir.
 
Amar é assim…


Cris Henriques

terça-feira, 12 de março de 2013

Apelo aos Amigos

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Olá a todos!
 
Na semana anterior, iniciei actividade na blogosfera. Estava imensamente animada por estar de volta, até que um dos administradores de um site para onde escrevo, disse-me que um dos leitores daquele site o tinha informado de que o link do meu blog direccionava para outra página, que não a do meu blog e que depois recebeu um e-mail da Google a avisar de que o meu blog possivelmente teria software com malware, pelo que o link do meu blog havia sido removido do meu perfil nesse site.
 
Eu fiquei muito surpreendida e imediatamente, tratei de verificar se o meu blog estava com alguma infecção. Em Ferramentas de Webmasters, da Google, verifiquei se o meu blog está com infecção e o resultado foi positivo. Portanto, segundo a Google, não há nada de errado no meu blog.
 
No entanto, no tal site o Administrador continua a fazer a afirmação de que só voltará a colocar o endereço do blog no meu perfil de site, após receber um e-mail da Google a informar que o blog não está infectado.
 
Então, tendo desinstalado o Google Chrome e estar a usar somente o Internet Explorer 9, uma vez que quando apanhei aquele vírus que me removeu o Windows 7 do meu pc estava no Chrome, não encontro nenhum vírus no blog com o meu navegador presentemente. Assim, peço-vos meus amigos que me avisem se quando entram no meu blog encontram algum problema, que me informem pelos comentários, se puderem.
 
Obrigada.
 
Abraços,
 
Cris Henriques

quinta-feira, 7 de março de 2013

Voltei, voltei!


Olá, olá, olá a todos meus bons e queridos amigos!
 
Finalmente cheguei, finalmente estou de volta e espero que seja por muito tempo. Que os bons espíritos guiem os meus passos e navegação na internet, para que não tenha tantos problemas e tão graves com foi desta vez. O problema foi tão grande, que não consegui resolver sozinha. Tive de enviá-lo para um técnico.
 
Bom, mas agora está tudo bem. Já guardei todos os ficheiros que precisava guardar e agora, que está tudo organizado estou.
 
Que saudades de vocês, meus amigos. Vocês são muito importantes para mim, são especiais e são muito mais que virtuais. De todo o coração, muito obrigada pelo carinho e motivação que me deram ao longo da minha forçada ausência.
 
Brevemente, irei visitar todos.
 
Esperem por mim.
 
Até já!
 
Beijinhos,
 
Cris Henriques

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