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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Blogando Entre Amigos – BC do Apon

Olá a todos os participantes nesta BC!

Esta é a minha primeira blogagem colectiva no blog do António Pereira Apon! Fui notificada pelo Facebook.

Descobri a verdadeira arte de blogar, recentemente, embora tenha criado o blog há já algum tempo. Faz 3 anos no dia 3 de Outubro.

Abri este blog com a finalidade de fazer divulgação do meu livro O Que O Meu Coração Diz, daí o blog ter o mesmo nome.

No entanto, raramente postava. Fazia postagens mensalmente, ou nem isso. Apesar de através dos contadores do blog sempre me mostrarem visitas de vários lugares do mundo e de ter alguns leitores do Feed, os seguidores eram poucos e os comentários eram quase nulos. Assim, um dia tive uma ideia e cadastrei-me no site do Recanto das Letras, divulgando alguns poemas e algumas prosas. Neste lugar, as pessoas liam o que eu escrevia e muito gentilmente comentavam. Foi lá que conheci o J. Coelho do blog Entre o Amor e o Martírio e a Ivany (Van) Sversuti dos blogs A Vida É Uma Peça De Teatro Que Não Permite Ensaios e o Van. Com a Van desenvolvi uma amizade, que ainda está em desenvolvimento. É uma excelente pessoa e através dela cheguei aos blogs Café Entre Amigos e ao extinto Blogueiros Que Pensam da querida amiga Patrícia Galis. Através da Patrícia tenho conhecido pessoas maravilhosas, que apreciam o que escrevo, o que penso e a minha sensibilidade. É do Café Entre Amigos que provêm a maioria dos meus parceiros/seguidores. São pessoas já estão no meu coração.

A imagem veio daqui e serve apenas para embelezar o post.

Todas as semanas é realizada uma blogagem colectiva no Café Entre Amigos, onde vários seguidores e parceiros do blog participam. Acabamos por interagir uns com os outros e seguir-mo-nos uns aos outros também. Torna-mo-nos numa bonita família e fazemos da Blogosfera um lugar especial.

A meu ver, as amizades virtuais entre blogueiros, parceiros e comentaristas são tão leais, importantes, verdadeiras e sinceras como as amizades reais. São amizades verdadeiras, porque quando as pessoas nos leem estão a ler não só a nossa mente, mas também a ler o que o nosso coração diz e a conhecer a nossa alma. Acredito que uma pessoa conhece-nos mais profundamente quando lê os nossos escritos, do que quando saímos com ela e nos divertimos no mundo da matéria. É que, ao escrevermos, abrimos a nossa alma e mostramos quem somos. Pessoalmente, nem sempre fazemos isso.

É na arte blogar que nasce uma amizade entre blogueiros amigos, quando temos iniciativa e interagimos uns com os outros, comentando as suas postagens. Se gostamos, porque não dizer que gostamos?

Se apreciamos um blog, os textos de um escritor moderno/blogueiro, porque não elogiar os seus pensamentos e o seu espaço virtual?

Porque não desenvolver uma amizade com ele?

E se não concordamos com o que o autor diz, porque não dizer-lhe a sua opinião?

Saiba que ao comunicar com o escritor moderno, pode estar a ajudá-lo a melhorar a sua escrita. O seu comentário é importante.

Termino aqui a minha participação e convido a todos a interagirem comigo.

Cris Henriques

P. S. – Todos os amigos que quiserem participar desta Blogagem Colectiva, devem dirigir-se ao blog do António Pereira Apon e entrar em contacto com ele. Deixo aqui o link.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Pragas Na Internet – Ladrão Virtual


Imagem encontrada neste site.

Ultimamente, tem sido muito comum os novos escritores, escritores do século XXI serem vítimas de roubo pela Internet. Os novos escritores são os blogueiros, são pessoas que escrevem as suas obras em blogs para as divulgarem.

Umas vezes estas obras estão registadas e estão também publicadas nos seus livros, outros publicam no blog para verem a reacção do público. Tudo o que um escritor moderno precisa é de extravasar a sua alma e dar um pouco de si mesmo ao seus leitores, pois sem eles o novo escritor não existe. As suas obras são o seu presente para quem o lê e para quem o segue.

No entanto, na vida tudo tem o seu lado negativo e a Internet, infelizmente não é excepção. Como se não bastassem os vírus e os hackers, também existe outra praga que pode trazer-nos muitas dores de cabeça: os Plagiadores.

Os plagiadores são aquelas pessoas que lêem algo que gostam, copiam e colam nos seus perfis nas redes sociais, ou enviam por e-mail, ou publicam nos seus blogs sem revelarem a fonte. Além de mostrarem a sua falta de carácter, também revelam covardia, falta de originalidade e preguiça! Sim, preguiça porque não só não se dão ao trabalho de revelar a fonte, como também não se dão ao trabalho de pensar, sentir e escrever algo seu!

Este tipo de ladrão virtual, muitas vezes não tem má intensão e nem sabe que está a roubar. Ele apenas usa aquele texto, porque achou bonito. Outros alteram o texto a seu belo prazer, porque acham que fica melhor daquela maneira. Outros há também que o fazem por má fé. É má fé ou não, saber que se deve revelar a fonte e não o fazer deliberadamente?

É má fé ou não, ser contactado pelo autor e este identificar-se como tal, pedindo ao plagiador para retirar a sua obra, ou para revelar a fonte e o plagiador ignorar completamente o autor?

É sim, este plagiador é um ladrão virtual e não tem quaisquer escrúpulos!

Neste caso só resta ao autor proteger a sua obra e valer-se dos seus direitos, denunciando o caso. Se esta situação acontecer no Blogger, deve reportar abuso. Encontrei a forma de o fazer detalhadamente, neste site Dicas Para Blogs. Se for noutro site, ou em redes sociais é só clicar no local que diz Reportar Abuso, ou Denunciar. Todos os sites possuem este botão.

Mas para evitar que o conteúdo do seu blog seja plagiado, você pode tentar impedir que copiem as suas postagens. Este link ensina a bloquear a cópia do texto e neste link, ensina bloquear o botão direito do rato.

Para registar o seu blog, basta aceder ao site My Free Copyright e registar gratuitamente.

A razão pela qual estou a fazer esta postagem, é porque recentemente dois amigos meus blogueiros foram vítimas de plágio Van do blog Retalhos do Que Sou e o Bicho do Mato. Eles pediram educadamente aos plagiadores para corrigirem e colocarem a fonte, ou para retirarem as suas obras de lá, (blogs e redes sociais). No entanto, alguns não só não retiraram como também ignoraram os apelos. Felizmente que os casos estão nas mãos de autoridades competentes.

Eu também fui vítima de plágio, foi 5 meses depois de criar o blog. O ladrão virtual plagiou o meu livro, fazendo plágios de vários poemas meus que ainda nem havia postado no blog, um deles até tinha o título e parte do texto alterado. Tentei entrar em contacto com a pessoa, através dos comentários identificando-me como a autora das poesias que se encontram no livro. Pedi-lhe educadamente para corrigir o erro cometido. Mas foi inútil, a pessoa em questão ignorou o meu pedido e removeu o meu comentário. Então fiz o que qualquer autor faz nestas situações e denunciei o caso à minha editora, depois avisei a plagiadora e esperei. Em poucos dias, ela retirou os poemas e ficou tudo resolvido.

Portanto, vou deixar a dica de como não plagiar. Sempre que encontrar algum texto, ou poesia de que goste não faça qualquer alteração. Deixe estar como está, lembre-se de que não é seu. Revele sempre as fontes, que é o nome do livro, ou do site e nome do autor. Também pode pedir autorização ao autor para publicar no seu blog, assim fica tudo bem. O autor fica feliz por ver os seus escritos não só apreciados, como divulgados e você também fica bem porque o seu cantinho virtual ficou lindo com o trabalho do seu autor favorito.

PLÁGIO É CRIME E É PUNÍVEL PELA LEI!!

Abraços,

Cris Henriques

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Coisas Que Irritam – 11ª BC Café Entre Amigos

coisasqueirritam
Imagem aqui.

11ª Blogagem Colectiva do blog Café Entre Amigos
Uma ideia de: Patrícia Galis
Tema: Coisas Que Irritam

Olá a todos os participantes desta Blogagem Colectiva!

Como estão todos?

O tema que a querida amiga Patrícia Galis escolheu para esta semana, não é menos importante que as outras. Como sempre, é algo que nos faz pensar: Coisas Que Irritam.

Tema curioso! Serei eu uma pessoa irritável?

Claro que sim, mas também sou paciente. Não me irrito muito facilmente, quer dizer, não expludo imediatamente. Mas de há um ano, ou dois para cá, noto que estou a ficar com o pavio mais curto. Segue-se uma pequena lista…

Irrita-me…

1. …Que as pessoas falem de futilidades, tais como a cor de verniz que pintaram a noite passada as unhas;
2. …Que as pessoas critiquem os outros só para os humilhar;
3. …Hipocrisia;
4. …Que me mandem calar! Posso até estar calma e estar enganada a debater uma dada situação, mas se me mandam calar, eu fico muito irritada. Podem argumentar e mostrar que estou errada, mas por favor não me mandem calar!
5. …Combinar alguma coisa com alguém e essa pessoa não só não aparecer, como ainda não avisar;
6. …Pessoas que deturpam o que digo e tentam confundir-me, ainda por cima dizendo coisas que eu não disse, mudando o sentido das minhas palavras;
7. …Pessoas indecisas, instáveis, irresponsáveis e sem objectivos na vida;
8. …Explicar uma coisa a uma única pessoa todos os dias da semana, estando com ela duas vezes por dia. Das duas uma, ou a pessoa não dá atenção ao que digo, ou é lenta para aprender!
9. …Má-educação e falta de respeito;
10. …Pessoas que não têm assunto, que não sabem conversar;
11. …Pessoas conflituosas;
12. …Pessoas impacientes, deixam-me stressada também;
13. …Pessoas mórbidas e negativas;
14. …Injustiças;
15. …Ironia;
16. …Sarcasmo;
17. …Falsidade;
18. …Falta de frontalidade;
19. …Egocentrismo;
20. …Gabarolice, pessoas que dizem ter feito algo sem terem feito;
21. …Falta de bom-senso;
22. …Cobranças, pessoas que cobram quando não têm capacidade para dar o que cobram;
23. …Inveja;
24. ...Exibicionismo... e...

E chega, que a lista já começa a ficar demasiado longa para o meu gosto! Descobri agora que quanto mais penso no assunto, mais fico irritada. Por isso, é melhor parar. Ninguém é perfeito e todos temos defeitos e virtudes. Por isso, vou respirar fundo e acalmar-me!

Rsrsrs estou a brincar!

Dia feliz para todos! Arco-íris

Um beijo,

Cris Henriques



segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A Lua e o Mar

Foto0477
Imagem minha.


“Naquela noite com luar,
Caminhavas distraída.
Passeando a beira-mar,
Uma brisa te envolvia.


Uma lua tão sedutora,
Tentava o imenso mar.
Que de tão enamorado,
Se permitia apaixonar.


E a lua encantava-se,
Cada vez mais pelo mar.
Por ele tanto suspirava,
Sonhava com ele casar.


Este Amor era forte,
Transcendente e puro.
Sobrevivia a provações,
Ficando mais profundo.


Então nessa mesma noite,
Abraçando-me ao luar.
Tu eras a minha bela lua,
E eu o teu poderoso mar.”

Cris Henriques


domingo, 26 de agosto de 2012

O Presente


Imagem aqui.

Já escrevi artigos a falar do futuro e do passado, portanto, hoje vou falar do presente.

Em termos de tempo real, o único momento que realmente temos é o Presente. O Presente é o que é, é o palpável, é a matéria, a concretização. É no Presente que sentimos na pele que estamos vivos, sentimos que estamos a ser tocadas(os) e que podemos também tocar, podemos tocar uma infinidade de coisas, agarrar. Os nossos 6 sentidos ficam todos mais despertos: com a visão podemos ver, com o olfato podemos sentir o perfume, com a audição podemos escutar, com o paladar podemos saborear, com o tacto podemos tocar, agarrar e sentir. Deixei para o fim a intuição, que é o nosso 6º sentido e que está conectado ao invisível, ao nosso imaginário e também ao lado oculto da vida. O sentido da intuição está ligado aos restantes 5 sentidos e, quando o 6º sentido está equilibrado e está bem orientado a nossa vida corre realmente bem.

O aqui e agora, ou o tempo ao qual denominamos de Presente, é realmente um presente, uma dádiva. Se recorrermos ao dicionário, o significado e os sinónimos desta palavra têm este significado e outros tantos, tais como: oferta e prenda. E realmente é verdade, o estado Presente é realmente uma prenda.

Mas... é uma prenda de quem, de onde veio?

Para mim tem vários nomes: Deus, universo, etc., mas cada qual chama-lhe como quiser, até porque Ele tem muitos nomes. Porém, isto do nome a atribuir ao Criador Universal não tem qualquer importância, é apenas um detalhe e não é para falar acerca do nome Dele que estou a escrever este artigo. Isto foi um pequeno à parte.

Se pensarmos bem acerca do tempo: Passado, Presente e Futuro compreendemos que o único tempo que temos é o Presente, o aqui e o agora, o real e vivido. O tempo Passado de facto, não existe. Existiu e vivêmo-lo, mas já não existe mais. A única coisa que temos é uma memória, que nos trás nostalgia, saudades... Se as recordações tiverem sido boas, sorrimos e muitas vezes também choramos. É no Presente então que descobrimos o que é a Felicidade e a Tristeza. No Presente, no aqui e agora, percebemos que fomos muito felizes e então descobrimos o sentimento da tristeza, porque simplesmente queremos voltar aquele momento e não podemos. Esse tempo pertence ao Passado... Como não existem máquinas para fazer viagens no tempo, quase automaticamente começamos a pensar nas coisas que queremos e pensamos no Futuro. Fazemos planos, sonhamos e projectamos. Depois vem a parte difícil, que é esperar e é aí que descobrimos novos sentimentos: obsessão e ansiedade. Quando isto sucede nem nos apercebemos que estamos mais uma vez fora do tempo que devíamos estar, o Presente e que novamente, estamos a viver um tempo que não existe: o Futuro. Este tempo também não existe, tal como o Passado. O Passado e o Futuro, são tempos opostos. No tempo Passado temos consciência do que já tivemos e que podemos ter perdido, temos consciência dos momentos vividos que, logo no estado Presente já não temos, ou então aquilo foi mudado. Com isto não quero dizer que isto é uma coisa negativa, até porque pode ter sido uma coisa negativa no Passado que, no Presente se altera gradualmente e no Futuro transforma-se numa coisa positiva. Porém, o Futuro é sempre incerto e tem uma infinidade de possibilidades de coisas que podem acontecer, ou não, embora eu goste de acreditar que acontecem e que são acontecimentos positivos. Tudo está em aberto.

Sendo assim, vamos lá viver neste tempo, porque viver no Passado, ou no Futuro desgasta-nos a alma e o corpo acaba por adoecer. Estamos no Presente e é neste tempo que temos de viver, de estar e de sentir, é então que os nossos sentidos ficam mais desenvolvidos também.

Viver no Presente é estar em comunhão e em sintonia com o Universo. E é quando vivemos no Presente e temos essa consciência, que nos unimos ao Universo e abrimos as portas para o Futuro.

Cris Henriques

sábado, 25 de agosto de 2012

O Passado


Imagem aqui.

Quando uma pessoa se começa a interessar em desenvolver a sua espiritualidade, uma das primeiras coisas pela qual ela começa a sentir-se atraída e pela qual sente curiosidade em descobrir, é as suas vidas passadas. Saber quem foi, em que época esteve, em que país viveu, etc. Muitos acreditam terem sido nobres, pessoas importantes e influentes, com grande status social, outros acreditam terem nascido em corpos de personalidades históricas que ainda hoje em pleno século XXI são admirados e conhecidos pelo grande público em geral.

No entanto, ninguém pensa que possa ter sido um assassino, um mercenário, um inquisidor fanático e cruel, uma feiticeira adoradora do demónio, ou mesmo uma pessoa mais humilde como um escravo vindo de outro pais, um pedinte, uma prostituta da babilónia, etc. Mas todos nós já passámos por tudo isto e se ainda não passámos, então certamente, iremos passar por isso em algumas vidas futuras. É meramente uma questão de tempo.

Fazer regressões tanto pode ser uma experiência muito positiva, quanto negativa. Na verdade, ninguém sabe o que vai encontrar no baú do seu passado, pelo que esta prática que pode parecer uma coisa tão simples pode não ter um final feliz... Existem experiências que por terem sido tão traumáticas, o nosso consciente não quer relembrar e que depois de serem recordadas e intensamente vividas, podem deixar-nos profundamente perturbadas(os) durante muito tempo, ou em alguns casos mais graves o resto das nossas vidas, sendo necessário recorrer a uma forma de ajuda especializada.

Imagine por exemplo que é feliz a nível sentimental e que tem o relacionamento que sempre idealizou ter, o relacionamento perfeito. Essa pessoa é carinhosa consigo e de cada vez que a vê, é invadida por um maravilhoso sentimento de amor. Sente inclusivamente que são almas gémeas e nem pensa em ter outras pessoas, porque este ser preenche-a inteiramente.

Agora suponha que faz uma regressão para satisfazer a sua curiosidade e os momentos que vê, não são exactamente como tinha imaginado, pois esses momentos que consegue ver são de extrema violência, um verdadeiro cenário de terror! Afinal o grande amor da sua vida actual, é um criminoso sem escrúpulos e sanguinário que mata só pelo seu próprio prazer de matar e que na cena que vê, ele está a matar barbaramente, o vosso filho desta actual vida.

Como se sentiria?

E noutra regressão, você e ele são pai e filha, mas você é o pai que abusa sexualmente da filha, que é ele na sua vida actual. As revelações que teve foram de tal forma violentas que você decide pôr termo à regressão e sai do consultório o mais rapidamente possível, pois tudo o que quer é sair dali, não voltar lá mais e esquecer tudo o que viu.

No entanto, não consegue deixar de pensar no que vivenciou ao fazer a regressão e sempre que ele olha para si, lembra-se de tudo. De noite tem pesadelos e dentro de si, começam a surgir sentimentos diferentes do que sentia anteriormente. Por um lado sente raiva, ódio e revolta por ele ter morto o seu filho de uma forma horrível, que agora é vosso. Por outro lado, sente culpa por ter cometido abuso sexual de forma continuada naquela vida passada em que fora seu pai e assim o seu comportamento, vai alterando e as discussões tornam-se constantes entre vocês, até que acabam por se divorciar pondo fim a um amor que poderia ter trazido felicidade a ambos o resto da vossa vida...

Numa situação destas, vale a pena conhecer as suas vidas passadas?

Claro que a situação que descrevi aqui, é meramente ficção mas, contudo, não é impossível de acontecer.

Fazer regressões é uma coisa que requer muita responsabilidade e não deve ser realizada apenas por curiosidade, pois nunca se sabe o que podemos descobrir acerca de nós e das pessoas com quem nos relacionamos.

Deve-se fazer regressões com alguém por perto, como por exemplo, com um terapeuta que saiba conduzir a regressão e nos possa ajudar a recuperar, na eventualidade das pessoas ficarem perturbadas.

Já se questionou porque é que quando reencarnamos nunca nos lembramos das vidas anteriores?

Claro que há casos de pessoas que se recordam, mas isso são casos excepcionais, ou em situações temporárias. As crianças servem para este exemplo, porque elas recordam-se da sua vida anterior e também das pessoas que lhes são próximas, lembrando-se dos seus familiares, sobretudo dos seus pais e irmãos. Esta lembrança perdura aproximadamente até 3 anos de idade. Experimente perguntar ao seu filho de tenra idade quem ele era quando era grande e verá a resposta que ele lhe dará. Também lhe pode perguntar o que é que vocês eram um ao outro e ele responderá muito naturalmente.

Não nos lembramos quando somos adultos porque se nos lembrássemos, teríamos mais dificuldade para limpar o nosso karma, principalmente em relação aos nossos relacionamentos. O tempo que ficamos do outro lado antes de reencarnarmos novamente, serve para esquecermos e para nos reequilibrarmos. Ao ficarmos privadas(os) dessas lembranças, ficamos com maior capacidade para perdoar. Perdoar tem a ver com esquecer, se não perdoamos também não conseguimos esquecer.

Quando reencarnamos após uma vida de grande violência e sofrimento, precisamos esquecer porque geralmente, vamo-nos relacionar com o nosso agressor, ou com a nossa vítimas e essa pessoa na vida presente pode ser uma pessoa boa para connosco agora, ou nós para com ela. Desta forma resgatamos o karma que temos com ela. Mas se tivéssemos consciência do passado, o perdão e o karma seriam muito difíceis de serem realizados.

Existem também as regressões espontâneas, estas acontecem de várias formas, como através de sonhos ou através da meditação com visualização criativa. Isto quando sucede é porque realmente existe algo numa vida do passado que precisamos de saber, portanto, este tipo de regressão é considerada positiva. Destas, já fiz algumas vezes e não foram propriamente experiências negativas, antes pelo contrário. Ajudaram-me muito.

Alguns psiquiatras Hipnoterapeutas, já usam a regressão para tratar certos problemas de saúde, tais como as fobias. Um exemplo disso é o Dr. Brian L. Weiss Ph. e MD nos Estados Unidos da América e é também autor de diversos livros que divulgam a sua inovadora terapia de regressão a vidas passadas como método de cura.

Acredito que este tratamento seja eficaz e aprovo que se façam regressões com esta finalidade. Portanto, tenham presente na vossa mente que regressões não se deve fazer para conhecer o passado por curiosidade.

Cris Henriques

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O Futuro


Imagem daqui.

Recentemente, tive consciência do significado da frase: “O futuro só a Deus pertence”. Nunca tinha pensado bem no significado desta frase, até há bem pouco tempo, dias até… Mas voltemos um pouco atrás nas esferas do tempo para entenderem o porquê desta reflexão acerca da frase: “O futuro só a Deus pertence”.

Tudo começou basicamente quando me apaixonei e me decidi a lutar pela pessoa que amava, estava determinada a conquistá-la e para tal quis conhecê-la profundamente, compreendê-la, ser o abraço que a tranquilizava e lhe dava segurança, ser o lenço que lhe limpava as lágrimas dos seus olhos, enfim… Então, comecei a estudá-la através da Astrologia. O amor tem destas coisas, faz-nos cometer actos um pouco fantasistas e ver quem amamos com óculos de lentes cor-de-rosa. Podia dar-me para pior, não?

Porém, não consegui “levar a água ao meu moinho”, isto é, atingir os meus objetivos da maneira que eu queria, pelo que não consegui conquistar o seu coração afetivamente. Foi um bocado difícil aceitar que esta batalha não ia vencer e nem mesmo havia esperança de ganhar a guerra. Mas é assim vida, não tinha outra alternativa e aceitei a perda. Hoje compreendo que não estávamos destinadas uma para a outra e somos apenas boas amigas.

Esta experiência do primeiro amor foi muito gratificante, apesar de ter sido doloroso no momento do esquecimento, porém abriu-me portas e janelas que estavam fechadas há muito, mas que eu precisava abrir e aventurar-me num mundo novo: a espiritualidade e, a astrologia foram as chaves para começar uma nova vida. Levei esta ciência tão a sério que fiz um curso e mais tarde optei por exercer esta atividade profissional.

A Astrologia permite-me realizar um profundo trabalho de autoconhecimento, pois ao conhecer a minha alma e ao compreendê-la, tenho mais capacidade para conhecer, compreender e aceitar as pessoas que me rodeiam tal como elas são, com todas as suas exactas características tão marcantes. Na Astrologia não se emprega expressões tais como: é bom, é mau, tem muitas qualidades, ou é cheio de defeitos… Aprendemos que cada um de nós é um ser em constante estado de evolução espiritual. Aprendemos a olhar a pessoa como um Todo, pois é do Todo que provimos. Afinal, Somos Todos Um.

A Astrologia é talvez uma das ciências esotéricas, que melhor podem contribuir para o desenvolvimento da espiritualidade tanto a nível pessoal, como nas relações com as pessoas que nos rodeiam. Estudos de Grandes Escolas de Pensamento, revelam que a Astrologia, ajuda a amenizar o karma através do estudo do Mapa Astral de cada um. Pode ser uma ideia deveras utópica, mas seria muito bom que nas escolas incluíssem a Astrologia como disciplina de ciência esotérica, por exemplo. Ilustres Pensadores desejaram realizar este projeto, no entanto a dominante Religião Católica, ainda hoje não vê a Astrologia como uma ciência benéfica e portanto, este projecto tem sido sempre rejeitado e ignorado.

Estes procjetos materializar-se-ão no dia em que deixar de haver religiões, ideias dogmáticas e preconcebidas, pois é através deste tipo de ideias que nascem os preconceitos e a hipocrisia. Como será bom quando a Astrologia for uma disciplina escolar, as pessoas tornar-se-ão mais tolerantes, conscienciosas e compreensivas para com os outros, até para consigo mesmas e deixaram de ser tão egoicas. O ego é o responsável por tanta infelicidade e pelo atraso na evolução espiritual. Com a Astrologia, podemos fazer o que Jesus disse: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”, - Mateus 22, 35-38. Percebi isto recentemente ao ler um livro de uma Grande Escola de Pensadores e, depois de reflectir acerca do assunto concluo que está absolutamente correto. Estudar Astrologia é o método para seguir este mandamento.

Contudo, o estudo da Astrologia a que me estou a referir não inclui as previsões para o futuro, como inúmeros curiosos desejam conhecer. Os prognósticos revelados pelas previsões, são muitas vezes tendências e isto não quer dizer que as coisas aconteçam, ou não aconteçam. Faço previsões, sim, mas com uma certa relutância, embora sejam para os clientes. Para mim, não as faço. Não me sinto bem com isso, nem gosto.

Em momentos de crise e em fervoroso tumulto tenho consultado os astros, ou o Tarot para tentar compreender o que me estava a acontecer e recorria também à prática da meditação com visualização criativa, pedindo para ver as respostas de forma a tranquilizar o meu espírito. No entanto, nestes momentos não consigo ver nada com clareza para mim. A perturbação é grande e o medo imenso, o que me confunde inteiramente. Oro pedindo por sinais que não me deixem qualquer tipo de dúvida e sejam muito claros, porém, os sinais só aparecem quando Deus quer e não quando eu determino. É sempre assim. Só depois de ter feito muita meditação e de ter voltado a estes estudos é que me reequilibro, ficando desbloqueada e portanto, consigo ver os sinais que Lhe pedi. Às vezes vejo que já os tinha visto, mas como estava tão absorvida pelo momento de desespero não liguei por acreditar ser ilusão.

No final, quando compreendo o porquê das coisas estarem a acontecerem desta maneira, fico mais tranquila e aguardo pelos dias bons que hão-de voltar. Nada na vida é eterno e isto inclui também as tristezas e as desilusões. O importante é manter a esperança e a Fé.

Há medida que os meus estudos astrológicos vão avançando, adquiro mais consciência em relação à espiritualidade e entendo que um astrólogo é sempre um estudante em ascensão. Os momentos de crise, seja em que área for, servem para nos amadurecer e nos ajudar a evoluir espiritualmente. Pouco importa que gostemos, ou não, porque é quando passamos por momentos difíceis que procuramos respostas e procuramos por ajuda neste âmbito, é quando nos voltamos para Deus. Só Ele sabe o que é bom para seus filhos. É por isso que a nossa busca espiritual, não deve ser para conhecer o futuro porque este de facto, só Deus o conhece. Através dos meus estudos creio que já consegui compreender, porque não devemos conhecer o futuro. Vistas bem as coisas o futuro não existe, pouco importa se é a curto ou a longo prazo. É por isso que se diz que: “O amanhã ainda ninguém o viu.” O futuro é fruto da nossa imaginação, porque ao sonharmos acordadas(os), estamos a abrir-mo-nos para a realização do que estamos a projectar, a sonhar. Se aquilo que sonhamos estiver destinado no nosso registo, então irá acontecer de alguma maneira. Porém, o ser humano é um ser errante, muito insatisfeito, caprichoso e impaciente, extremamente egocêntrico. Parecemos aquelas crianças birrentas que querem tudo na hora, que não sabem esperar e é nessa medida que procuramos alguém que nos confirme que o que desejamos vai realmente acontecer, só que acabamos por exigir um prazo! Quando pedimos um prazo, é porque estamos num processo caótico e perdemos completamente o bom senso. É IMPOSSÍVEL SABER UM PRAZO! Estamos tão impacientes que nem percebemos que ao fazermos tal exigência estamos a expor-mo-nos e a abrir a porta para que sejamos vigarizadas(os)! Depois o tempo vai passando e aquele prazo acaba por passar também, sem que aquele acontecimento tão desejado se materializar e então, senti-mo-nos frustradas(os).

O que é que correu mal aqui, qual foi o erro? - Questionamo-nos obcecadamente... Pois eu creio que, já tenho essa resposta, mas penso que cada um deve analisar a sua própria experiência e tirar o seu veredicto. Segundo a minha experiência e análise, sempre que conseguimos antever algo do futuro, este afasta-se ou muda...

Porque é que isto acontece?

Porque ao termos um vislumbre desse futuro tão promissor a nossa actitude muda e não agimos naturalmente, porque damos aquilo como certo. Se não tivéssemos sido curiosos, ou se tivéssemos confiado na nossa intuição e Fé em Deus, talvez então as coisas que vimos no futuro realmente acontecessem.

Ver o futuro, nunca é bom porque acabamos sempre por sofrer. Se é bom, ficamos tão expectantes e ansiosas que bloqueamos a possibilidade de acontecer. É como se o afastássemos de nós. Estragamos tudo!...

Se por outro lado, o que vimos não nos agrada ficamos a sofrer por antecipação, porque não conseguimos deixar de pensar naquilo, vivendo obcecadamente com aquele pensamento na ideia que não nos dá paz e entramos numa vibração negativa provocada pelo medo. O medo é um dos nossos maiores inimigos e por darmos atenção a ele, o que tanto tememos acontece…

Assim, chego à conclusão de que realmente “O futuro a Deus pertence…” e que o melhor é ter Fé e não querer, nem procurar saber o futuro. As coisas só acontecem quando é o momento certo para acontecerem. Tudo tem seu tempo. Actualmente, quando faço meditação e quando oro, peço apenas que me enviem Paz, coragem, paciência e compreensão para os momentos difíceis que estiver a passar. Acrescento ainda que não estou a fazer a meditação para ver nenhum acontecimento futuro, apenas pretendo energizar-me e recuperar o meu bem-estar físico, mental e emocional.

Cris Henriques

Roupa Nova–De Volta Pró Futuro. Saudades desta música, que dedico aos meus leitores e também Amor. Não ao primeiro Amor, mas ao último Amor que me acompanha há muitas vidas. Vida Presente, vida passada e vida futura. O Amor que é foi e será.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

7 Novelas Inesquecíveis – 10ª BC Café Entre Amigos

7novelasinesqueciveis
10ª Blogagem Colectiva do Café Entre Amigos.
Criada por: Patrícia Galis

7 Novelas Inesquecíveis

Olá a todos!

Hoje é dia de mais uma Blogagem Colectiva do Café Entre Amigos e a querida amiga Patrícia Galis escolheu para esta semana «7 Novelas Inesquecíveis».

Como sou uma pessoa que gosta de ver novelas, séries e filmes na TV, decidi participar nesta BC.

Cá em Portugal, começa a desenvolver-se uma espécie de preconceito em relação às telenovelas. A maioria dos homens reclama com as mulheres por elas gostarem de ver e muitos dos que as veem não gostam de admitir que o fazem, para que os seus amigos não façam piadinhas.  Sinceramente, eu acho um grande disparate. Ver telenovelas, é como ver um filme por episódios e estas têm sempre uma mensagem para o povo, acerca de algum tema polémico, ou que seja ainda visto como tabu. Na minha opinião, as novelas ajudam a acabar com preconceitos e a abrir a mente, elas activam também a nossa sensibilidade.

As minhas 7 novelas preferidas e inesquecíveis são as de Manoel Carlos, sem dúvida. Estas prendem muito a minha atenção e também aprecio as novelas que são adaptadas dos romances de Jorge Amado. Então, deixo o meu registo e aviso de que não foram fáceis de escolher, mas aqui vai…

1. Tieta do Agreste

Abertura da novela Tieta.
1º Capítulo da novela Tieta.

2. O Clone

Abertura da novela O Clone
Excerto do 1º Capítulo da novela O Clone

3. A Viagem
Abertura da novela A Viagem.
Excerto do 1º Capítulo da novela A Viagem.

4. Renascer

Abertura da novela Renascer
Excerto do 1º Capítulo da novela Renascer.

5. Caminho das Índias

Abertura da novela Caminho das Índias

Excerto do 1º Capítulo da novela Caminho das Índias.
6. Mulheres Apaixonadas

Abertura da novela Mulheres Apaixonadas
Excerto do 1º Capítulo da novela Mulheres Apaixonadas.

7. Viver A Vida

Abertura da novela Viver A Vida
Excerto do 1º Capítulo da novela Viver A Vida.

Estas são algumas das novelas que eu adorava voltar a ver de novo, mas existem muitas mais. Foi difícil escolher e cheguei a trocar certos títulos. Rir a rebolar no chão

Tive o cuidado de colocar o vídeo do genérico da abertura de cada novela, assim como o excerto do 1º capítulo de cada uma. O inicio da novela é sempre importante, porque senão captar a nossa atenção e interesse no começo, muito dificilmente acompanharemos a história até ao fim.

Portugal também faz novelas, mas ainda estamos a aprender com o país irmão, o Brasil. Deixo aqui dois vídeos das novelas portuguesas que mais gostei e dou por terminada a minha participação.

Obrigada! Rosa vermelha

Abraços a todos,

Cris Henriques

Vingança

Abertura da novela portuguesa Vingança.
Excerto do 1º Capítulo da novela portuguesa Vingança.

Laços de Sangue

Abertura da novela portuguesa Laços de Sangue.
Excerto do 1º Capítulo da novela portuguesa Laços de Sangue.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Quando Foi…?


Imagem daqui.

Quando foi que te tornaste
Tão importante para mim?
Terá sido hoje, ou no mês passado?
Foi talvez num tempo longínquo,
Num tempo sem fim…
Já estava destinado.
Foi quando reinavam o amor
E a cumplicidade,
Agora ficam lágrimas de dor
E de saudade...
Ai, meu Deus que crueldade!
Porque tem de ser assim?
Teu nome murmuro com ansiedade…
Queria tanto ter-te aqui.
Chamo-te continuamente,
Até quase amanhecer.
Desesperadamente,
Não consigo adormecer.
Não me lembro quando foi,
Nem sei como aconteceu.
Só sei que perto de ti,
Conecto-me com o céu.
Terá sido porque me ouviste,
Terá sido porque me sorriste,
Ou foi porque me seduziste?!
São tantas perguntas, tantas questões...
Às vezes tenho medo é das desilusões.
Mas eu sei e sei-o tão bem,
Porque te tornaste importante assim.
Queres saber quando foi?
Vou então dizer, ok...
Tornaste-te importante para mim,
Porque por ti me apaixonei,
No primeiro momento em que te vi.
Terá sido obra do acaso?
Coincidências não existem, já sei.
Estaremos pré-destinadas?
Não te sei responder…
Teu amor dá-me asas,
Fazes-me renascer.

Cris Henriques


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Superpoderes e Mediunidade


Imagem aqui.

Em português o filme Sky High intitula-se “Escola de Heróis” e eu vi-o este fim-de-semana. Este filme conta a história de uma família de super-heróis, pai, mãe e filho. No filme havia também mais famílias de casais em que ambos eram super-heróis e de super-vilões, ou um dos indivíduos era super-herói e o outro era super-vilão. Os filhos destas pessoas nasciam igualmente com superpoderes, que umas vezes se manifestavam na infância, ou na adolescência. Independentemente de serem filhos de super-heróis, ou de super-vilões, todos iam à escola que ficava no Céu. A escola chamava-se Sky High, e era o primeiro e único liceu para miúdos com poderes sobre-humanos, onde atravessavam a puberdade a lutar contra o crime, usando e desenvolvendo os seus superpoderes, mas também onde optavam por ter uma identidade de super-herói ou de super-vilão, ou seja a célebre escolha do Bem e do Mal, que são efetivamente as mesmas escolhas que fazemos ao longo das nossas vidas.

Gostei muito do filme, apesar de ser um filme para crianças e para adolescentes. Mesmo sendo fantasioso este filme fez-me reflectir, acerca da espiritualidade e da mediunidade. Eu encontrei uma ligação deste filme com a realidade que vivemos e desenvolvi uma teoria, que se relaciona perfeitamente enquanto Espírito Desencarnado no Mundo Espiritual e como Espírito Encarnado no Mundo Material.

Quando reencarnamos, nascemos com uma Missão e com Dons Espirituais para desenvolver. São estes os nossos Superpoderes e temos sempre o nosso Livre Arbítrio que Deus Pai, O Criador nos presenteou quando nos criou à sua imagem e à sua semelhança. O Livre Arbítrio foi-nos atribuído de forma a desenvolvermos responsabilidade e maturidade, fazendo com que tenhamos liberdade perante as nossas escolhas e opções. Claro, que nem sempre optamos pela opção certa e nem os nossos actos são sempre os mais corretos, caímos em erro devido à nossa imaturidade. Porém, é com os erros que aprendemos e para compreendermos que errámos temos a Lei da Causa e de Efeito. Esta é também a escolha e a luta do Bem e do Mal. Esta é a luta constante e a nossa escolha é testada por períodos de 7 em 7 anos, que são os semi-ciclos de Saturno, o grande professor, ou como se diz na doutrina Espírita a Lei da Causa e de Efeito.

As nossas escolhas são previamente feitas até aos 7 anos de idade, a nossa primeira infância. Até esta idade, muitos de nós estamos muito ligados aos nossos Anjos da Guarda e Guias Espirituais, Espíritos de Hierarquias Superiores, porém, também somos contactados por Espíritos Inferiores. Os Espíritos de Hierarquias Superiores, aconselham-nos para o Bem, para o Amor. Os Espíritos Inferiores, inclinam-nos para o Mal, tentando-nos e seduzindo-nos. Dependendo da nossa evolução espiritual, nós escolhemos o que trazemos da nossa essência e dos ensinamentos de vidas passadas.

Assim, os nossos superpoderes é a nossa Mediunidade e conforme sejam as nossas escolhas, devemos aprender a usar os nossos superpoderes sabiamente. Nascemos com tais superpoderes para usá-los em prol do Bem, ajudar os mais carenciados.

Existem vários tipos de Médiuns, uns são curadores, sensitivos, clarividentes, sonambúlicos, incorporativos, telepatas, psicógrafos, os que têm sonhos proféticos, etc. Se formos Médiuns Curadores, devemos fazer terapias de cura nos enfermos, ou nos doentes. Se formos Médiuns Psicógrafos, devemos canalizar as mensagens que recebemos dos Espíritos e divulgá-las de alguma forma se for do interesse público, pois essa é a nossa Missão.

Mas antes de fazermos isso, precisamos descobrir que superpoderes Deus nos concedeu e trabalhá-los, precisamos aperfeiçoar a nossa Mediunidade e usá-los correctamente.
Portanto, conheçam-se a vós mesmos e avaliem que tipos de superpoderes possuem. Depois, façam a vossa opção e vejam se vão ser super-heróis, ou super-vilões

Eu já fiz a minha escolha!

Espero-vos cá deste lado!

E que as forças do Bem e do Amor estejam connosco.

Abraços,

Cris Henriques

Escreva algo para o seu público


Imagem aqui.

Hoje no Brasil é o dia do leitor e o blog Masmorra do Pedro, está a fazer uma blogagem colectiva para que autores nacionais (brasileiros), amadores ou não homenageem o seu público, leitores.

Achei muito bonita e criativa a ideia do Pedro. Christian V. Louis e Marly Bastos, meus amigos e parceiros participaram com os seus blogs Escritos Lisérgicos e Palavresias. Então visitei o blog do Pedro e enviei-lhe um e-mail a pedir para participar, mesmo não sendo uma autora nacional.

Espero que ele conceda na minha participação.

Comecei a escrever quase sem me dar conta, por brincadeira. Escrevi um conto erótico para uma revista portuguesa, a Ana – uma revista feminina e três semanas depois publicaram-no tendo apenas alterado o título.

Foi uma enorme surpresa para mim, pois não estava à espera! Estava-se na década de 90 e até guardo essa revista com carinho. Nessa altura, tinha 20 anos.

Entretanto, em 2006 apaixonei-me e comecei a escrever poesia para o meu Amor. Tantos poemas escrevi que acabei por publicar o meu primeiro livro: O Que O Meu Coração Diz, no dia 13 de Dezembro de 2008. O livro existe em papel e em ebook.

Em 3 de Outubro de 2009 criei um blog e dei-lhe o nome do livro, a 6 de Outubro fiz o meu primeiro post para divulgar o livro. A ideia inicial, era escrever alguns poemas de O Que O Meu Coração Diz, mas no final do ano passado comecei a escrever outros tipos de postagens, comecei a escrever textos reflexivos e espirituais, prosas, cartas, contos e outras coisas. Comecei a escrever para os meus leitores, alguns são meus seguidores, outros são também meus amigos e outros são leitores anónimos.

Escrever para mim, é como uma terapia. Escrevo acima de tudo com sentimento, dizendo o que me vai na alma, às vezes. Escrever é uma libertação, quando tenho um problema que não está nas minhas mãos resolver escrevo acerca disso. Escrevo num conto, numa carta, mas escrevo para que liberte aquele pensamento que por se tornar tão recessivo, é também obsessivo.

Então é melhor escrever. Escrever ajuda-me a compreender, ajuda-me a perdoar e depois escrever. Mas escrever, não é uma coisa só mental. É uma coisa emocional também. Escrever é uma partilha.

Quando escrevo, escrevo para todos. Escrevo para o meu Amor. Escrevo para os meus leitores. Não penso só em mim. Penso também nos leitores deste blog e nos leitores do meu livro. Fico meio ansiosa, ou expectante porque não sei se irei agradar, ou não e espero um feedback. Mas os blogueiros portugueses, são muito diferentes dos blogueiros brasileiros porque apesar de lerem, visitarem outros blogs que até apreciam, não deixam o seu comentário, a sua opinião. É por isso, que existem muitos blogs “mortos” na blogosfera. O blogueiro, escritor moderno desiste de escrever.

Assim, agradeço a todos os meus amigos blogueiros e seguidores que têm a amabilidade de comentarem os meus escritos. Obrigada. São vocês que me têm ajudado a manter o blog e também a melhorar a minha escrita.

Peço aos visitantes, também para deixarem uma palavrinha, um comentário. Isto ajuda o autor e motiva-o a escrever mais e melhor.

Abraços para todos, aos leitores e aos seguidores, aos antigos, aos actuais e aos novos que viram,

Cris Henriques

domingo, 19 de agosto de 2012

Como participar do Meme e dos 7 Pecados Literários

Olá amigos!

Ontem fui  convocada pelo Christian V. Louis, do blog Escritos Lisérgicos para participar do desafio Meme 7 Pecados Literários.

Nunca tinha feito isto e achei divertido.

É como um desafio e além disso ajuda na divulgação dos blogs.

Porém, esqueci-me de dizer no fim que todos podem participar desta iniciativa e convidarem quem quiserem.

No final, só precisam de me avisar quem aderiu à ideia para eu ir visitar todos e comentar.

Lembro que a ideia não foi minha, mas da blogueira Pandora, amiga do Christian, do blog Pandora e a sua Caixa.

Regras de Participação:

Devem usar esta imagem…

Imagem aqui.

O Meme deve ser manuscrito.

Eis o meu como exemplo:

SAM_1688

Todas as outras regras encontram-se no meu post referente ao assunto. Clique no link.

Abraços,

Cris Henriques

P. S. – Todos estão convidados a participar, mas não obrigatoriamente.

Os 7 Pecados da Leitura e Meme Escrito

Olá a todos!

Esta é a primeira vez que participo num Meme Escrito, que começou no blog de Uma Pandora e a Sua Caixa. Este Meme chegou até mim pelo blog Escritos Lisérgicos, através do amigo Christian V. Louis.

Como nunca fiz isto, confesso que estou meio nervosa mas divertida.
Adoro desafios!

Para terminar quero apenas dizer que este Meme, tal como o título do post e a imagem abaixo indica é relacionado com os 7 Pecados Capitais.

Assim, vamos iniciar…

Imagem aqui.

Ganância: Qual o seu livro mais caro? E o mais barato?

O livro mais caro que comprei foi de astrologia da autora Maritha Pottenger – Astrologia e Vidas Passadas. O mais barato foi de BD, um livro das histórias aos quadradinhos do Pato Donald.

21566693_4

Ira: Com qual autor(a) você possui uma relação amor/ódio?

Não sei muito bem definir se é ódio, mas também não se pode chamar amor. O que acontece é que quando começo a ler o livro de Louise L. Hay – O Poder Está Dentro de Si, começo a ler com vontade mas depois não consigo acabar, porque me chateio com aquilo! Ponho de lado e fico um tempo que não lhe pego.


Imagem aqui.

Gula: Qual foi o livro que você devorou sem vergonha?

Foi o livro de É Bom A Valer – Joan Elisabeth Lloyd. É um livro com dicas sexuais, li-o, “devorei-o” num dia, creio. Já foi há muito tempo.

Imagem aqui.

Preguiça: Qual livro você tem negligenciado devido à preguiça?

Humm, O Céu e o Inferno – Allan Kardec. 

Imagem aqui.

Orgulho: Qual o livro que você tem orgulho de ter lido?

Já li muitos livros em 36 verões da minha vida, mas orgulho-me de ter lido quase todos os livros de Paulo Coelho, que é um dos meus autores favoritos. Assim, não vou mencionar nenhum em particular.

Luxúria: Quais os atributos você acha mais atraentes em personagens masculinos e femininos?

Na minha opinião, é importante a descrição do olhar e da boca, porque isto revela muito acerca de personagens/pessoas na vida real. Os olhos espelham a alma e a boca mostra a capacidade que uma pessoa tem para falar de sentimentos.

Inveja: Quais livros gostaria de ganhar de presente?

Os do Osho, Brian L. Weiss e os do Paulo Coelho que ainda não li.

Repasso para:

Patrícia Galis
Waldir
Jacques
Ivany Sversuti
Cris Coelho
Sheila Antunes
Gracita

O Meme Escrito

O Meme consiste em responder às perguntas, só que de forma manuscrita.

1. Qual o seu nome?
2. URL do seu blog
3. Escreva: “A rápida raposa marrom pula sobre o cão preguiçoso.”
4. Citação favorita
5. Música favorita (no momento)
6. Cantor/Banda favorita (no momento)
7. Diga o que quiser.
8. Indique três a cinco blogs.

Este é o meu Meme manuscrito. Espero que consigam ler.

SAM_1688

Obrigada.

Cris Henriques

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Por Amor – 3ª Parte

Imagem aqui.

Dani saiu desesperada com o choro de Leninha nos ouvidos, o seu leite já não era suficiente para ela. As coisas não estavam nada bem… O Centro de Emprego atrasava-se a enviar os subsídios e trabalho que era bom não aparecia nada... Sofia arranjou um trabalho por duas semanas num café, mas foi só até a empregada vir de férias. O dono do café mandou-a embora, pois a vida estava muito difícil para contratar e pagar mais um ordenado. Assim, mandaram-na para casa. Quanto a Dani, não lhe davam emprego por ela ser mãe há pouco tempo. Estavam sem saída, ao que parecia…

Dani seguia de bicicleta pelas vielas a pensar em tudo ao mesmo tempo, no passado, no presente relembrando os últimos acontecimentos e no futuro, que teimava em não lhe sorrir. Não conseguia entender o que estava errado.

Dirigiu-se para um supermercado local e foi direito à zona do leite. Hesitante e com sentimento de culpa, ficou parada em frente à prateleira. Não queria roubar, porque era contra os seus princípios mas não era para ela. Era para Lena, a sua bebé. Abriu a carteira, contou os cêntimos que tinha e depois procurou na prateleira o preço adequado para o que lhe restava. Mesmo para o leite mais barato, o dinheiro que tinha também não chegava por apenas 10 míseros cêntimos…

“E agora? O que devo fazer, levo ou não?...”, pensou e pousou o pacote do leite. Andou pelos corredores para decidir. “A minha filha não pode passar fome.” Voltou ao corredor e pegou no pacote de leite mais barato.

─ Perdoa-me meu Deus, é para a menina… ─ Disse num murmúrio olhando para cima e uma lágrima caiu dos seus olhos negros, cheios de tristeza e de desespero. Disfarçadamente, escondeu um pacote por dentro do casaco e caminhou nervosa para a saída. Aproveitando a confusão no balcão de pagamento com outros clientes, Dani sai do supermercado. Pega na bicicleta e pedala rápido até a casa.

Teve sorte, porque ninguém viu. Mas o remorso roía na sua consciência…

─ Onde estiveste? - Pergunta Sofia, - Onde compraste isso?

Dani não lhe responde enquanto aquece um pouco de leite furtado para a filha que gritava a plenos pulmões por comer.

─ Não respondes, é? Roubaste isso! Meu Deus, agora roubas!

─ Sofia, não tive outra solução... O dinheiro não chegava e por apenas 10 cêntimos! Nem para lavarmos escadas nos querem! Não vou deixar a menina morrer à fome, entendes? É nossa filha... ─ Justificou-se Dani envergonhada perante a esposa e dando o leite à menina.

─ O que será de nós...? ─ Murmurou Sofia pensativa.

Leninha, bebeu a quantidade toda de leite e adormeceu. Dani deitou-a no berço e depois de aconchegar-lhe a roupa, deitou-se ao lado da sua esposa.

─ Isto não pode continuar assim... ─ murmurou Sofia. ─ Não pode mesmo. Amanhã vou procurar trabalho e tu ficas com ela.

─ Ok. E vais procurar onde?!

─ Não sei, mas temos de continuar a procurar. Não podemos desistir...

─ Sofia, não quero que vás à lota, nem ao cais e muito menos aqueles bares.

─ À lota, vou. Até pode ser que traga peixe para o nosso almoço.

─ Já te disse que não quero que vás lá e ponto final! ─ Disse firmemente Dani.

─ Ouve lá, que conversa é essa hoje? Nunca me falaste assim!

─ Esquece!

─ Esqueço? Não esqueço, não! Não é assim.

─ Desculpa. ─ Respondeu Dani com a voz embargada. Estava a chorar.

Sofia virou-se para ela e disse:

─ Dani, eu amo-te. Amo-te com todo o meu ser. Confia em mim, Amor... Nós precisamos de comer, de trabalho e de dinheiro, para conseguirmos sobreviver. Temos uma filha para criar, Amor. Temos de lutar por ela.

As lágrimas escorreram pelo rosto de Dani, que chorava assustada. Ela tinha medo que Sofia caísse na conversa do Rui e que ela se deitasse com ele por troca de dinheiro. Ele olhava para Sofia com um olhar lascivo, nojento e já o tinha visto a falar com ela muito perto, talvez demasiado perto. Dani, sentiu ciúmes e raiva naquele momento que chegou e viu-os juntos. Não gostou de o ver a conversar com Sofia daquela maneira.

─ É o Rui, não é?

─ Amor, não voltes a esse assunto, por favor. Não aconteceu nada. Já não acreditas em mim?

─ Acredito. Mas não gosto dele. Não gosto da forma como ele olha para ti. É nojento!

─ Esquece-o. Confia em mim.

─ Eu confio em ti, mas não confio nele… ─ As lágrimas corriam-lhe pela face.

Sofia beijou-lhe o rosto todo e abraçou-a tentando tranquilizá-la. Depois disse:

─ Não chores, Amor. Tudo vai ficar bem.

─ Amo-te Sofia Santos ─ disse olhando-a profundamente nos olhos. Ela beijou a palma da mão de Dani e colocou-a entre as coxas.

─ Sou tua e serei sempre, prometo-te. ─ disse.

Dani tomou-a nos braços e fizeram amor desenfreadamente até de madrugada. Parecia que o mundo ia acabar. Dani adormeceu nos braços do seu Amor, mas teve um sono agitado. Sofia não dormiu, estava preocupada. Precisava agir.

Uma mudança vinha a caminho…

Continua…

Cris Henriques

Nota: Para quem começou agora a ler o conto e deseja ler as primeiras partes da história, clique nos links abaixo:


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